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"Toca Maria Bethânia pra ela, mostra que tu é intenso", aconselhou Clara (Sônia Braga) para o primeiro encontro romântico de seu sobrinho no filme Aquarius, exibido ontem no Vivo Open Air Recife. É seguindo esse clima que passamos pra divulgar não apenas o lançamento do novo show da cantora em CD e DVD mas também a disponibilização do registro completo no youtube neste sábado através da gravadora Biscoito Fino.


O DVD duplo "Abraçar e agradecer", assim como o CD, trazem o registro ao vivo da inigualável cantora com o show gravado em São Paulo para a turnê comemorativa de seus 50 anos de carreira. Durante suas 41 faixas performadas, Bethânia exibe novamente todo o seu potencial artístico e poético com a mesma qualidade a qual quem acompanha sua trajetória já conhece e o material físico desta obra é mais um ótimo exemplo de seu trabalho e sensibilidade, recheado de imagens e vídeos das tantas homenagens recebidas durante a carreira sendo a mais recente na Sapucaí, quando foi o tema da escola de samba da Mangueira e a rendeu o título de campeã do carnaval do Rio 2016.


O lançamento da obra "Abraçar e agradecer" foi nesta sexta-feira (dia 2 de dezembro) e já se encontra disponível nas lojas em CD e DVD como também nas plataformas digitais e de streamings como Spotify e Youtube. Segue o vídeo do show completo disponibilizado online para apenas este final de semana. Aproveitem:





*Por Felipe de Brito Cabral

A saída do emblemático guitarrista John Frusciante em 2009, gerou, naturalmente, o velho debate - entre puristas e fãs de ocasião - sobre o futuro do som da Red Hot Chili Peppers. E a primeira resposta veio dois anos depois, com o álbum I'm With You e sua mais enfática mudança estética em direção ao rock alternativo, chancelado por um pupilo de Frusciante, chamado Josh Klinghoffer. 

Longe de ter sido um fracasso de vendas, esse décimo disco da carreira dos Peps foi entendido por boa parte da crítica e dos fãs como o resultado da perda - e não do ganho - de um guitarrista com novo fôlego criativo. Antes a própria banda já declarava que suas composições passariam a seguir o esteio de Josh (nenhuma supresa) e dos improvisos menos intuitivos no baixo por Flea, fruto do aprendizado em teoria musical na Universidade do Sul da Califórnia, onde estudou piano.

Entre exageros como o do editor do site californiano Artistdirect, Rick Florino, que classificou o álbum como o melhor da história da banda (!), e uma quase deserção de fãs mais radicais, a verdade é que I'm With You foi apenas uma fissura no rompimento com a "era Californication", apesar de notável.

A quebra irreversível viria cinco anos depois. The Getaway, lançado em junho de 2016, sob produção de Danger Mouse (após 20 anos de Rick Rubin) traz a afirmação cabal da RHCP em seu novo direcionamento, com o famigerado Josh - tão atacado por não emular Frusciante (e deveria?) - mostrando a que veio. O guitarrista soa "claro", técnico e versátil, e muitos menos o-munganguento-dos-pedais.

Em conjunto, as 13 faixas do álbum representam uma viagem a novas paragens, com vagas lembranças de um passado nem tão distante. Convenhamos, não seria RHCP se sumissem as células rítmicas a la hip-hop de Anthony Kiedis, os slaps de Flea e as letras de significado obscuro, mas em "The Getaway" isso cedeu maior espaço a explorações de novos gêneros, timbres e dinâmica na seção instrumental. Nesse bolo, a bateria de Chad Smith nunca soou tão discreta.

De começo, nada de porradas radiofônicas como nos discos antecessores. Apenas a serenidade de faixas como a título e "Dark Necessities". Nesta segunda, é interessante atentarmos para a desenvoltura de Flea em seu novo instrumento alternativo, o piano. Logo depois, as tais vagas lembranças são aguçadas com a levada funk minimalista de "We Turn Red". Não fosse esse apêndice, nada remeteria tão evidentemente à "era Californication" - ou antes disso.

É a partir da belíssima "The Longest Wave" que começa de fato o momento-klinghoffer; nesta faixa com belíssimos arpejos marcando o início e o fim da canção mais romântica do álbum. Após "Goodbye Angel" - que relembra o experimentalismo da parte "Mars" do Stadium Arcadium - marca-se o desvio pop mais siginificativo do disco, com a guitarra de acento soul em "Sick Love" e a batida disco com direito a handclapping de "Go Robot" (com direito a um frenesi eletrônico no melhor estilo dos britânicos da Hot Chip).

A sequência "Feasting on the Flowers"/"Detroit"/This Ticonderoga" vem quebrar o clima chill out predominante, com destaque para a inesperadíssima experimentação R&B do piano de Flea em meio aos riffs punk de "This Ticonderoga". E o piano vai continuar falando nas faixas experimentais "Encore", "The Hunter" e "Dream of a Samurai" - de acentos progressivos e quebras de compasso e uma linda harmonia de vozes. Encerramento grandioso para o álbum que consolida, finalmente, o novo vigor da Red Hot Chili Peppers.

The Getaway é para momentos reflexivos. Para os fãs mais nostálgicos, um ótimo disco para relembrar a vibe etérea predominante no By The Way (2002), por exemplo. Para os menos, a certeza de que os Peps não tem medo de mudar.


*Felipe é jornalista e músico



Chega dezembro e com o mês vem as discussões de pautas pro blog que, convenhamos, anda um pouco abandonado. O veredito é certeiro. Listas. Fim de ano é aquele momento reflexivo e existencial, no qual você pensa sobre o que aconteceu e o que marcou.


O ano de 2015 foi surpreendente pro mundo fonográfico. É imensurável a quantidade de ótimos discos lançados esse ano. E a minha missão aqui é selecionar os dez melhores nacionais. Talvez a seleção agrade vocês, ou não. Vamos lá.


10. Aço - Alessandra Leão


Aço é, na verdade, um EP que faz parte da trilogia Língua, lançada por Alessandra Leão, que iniciou em 2014 e terminou no segundo semestre de 2015. As músicas de Aço trazem o peso nas letras e arranjos, em um trabalho mais profundo, de imersão pessoal, feito pela cantora pernambucana que agora vive em São Paulo.


9. Carbono - Lenine


O novo disco de Lenine foi uma grande surpresa para mim. É diferente de Chão (2011), que tem uma pegada mais intimista, e traz grandes participações especiais. Carbono merece uma vaga com certeza.


8. Manual - Boogarins


Porque a psicodelia e o timbre de Dinho representam o Brasil no exterior indie. É um disco para viajar vendo o sol e fugir do tédio.


7. Estado de Poesia- Chico César


Chico traz crítica e letras sobre amor após um hiato de 8 anos sem álbum de inéditas. E a sonoridade é diversa com forró, samba e frevo.


6. Sobre Crianças, Quadris, pesadelos e Lições de Casa - Emicida


A influência africana combinada a uma sonoridade mais pop faz do disco de Emicida um dos melhores do ano. Claro, não podemos esquecer de suas letras críticas e necessárias para pensar o Brasil atual. É um disco que arrepia. Por favor, ouçam Madume e Boa Esperança.


5. De Baile Solto - Siba


Depois do disco pessoal Avante, Siba volta com críticas sociais e inspiração no Maracatu de Baque Solto.


4. Dancê - Tulipa Ruiz


Tulipa Ruiz pop e dançante com influências de Tim Maia e Olivia Newton-John.


3. Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito! - Johnny Hooker

Johnny Hooker revoluciona com sua performance e sua música. Os arranjos, as letras, tudo nesse disco é incrível. Tem frevo, tem bolero, é diversificado.


2. Estratosférica - Gal Costa


A diva baiana interpreta canções de músicos consagrados no cenário nacional como Criolo, Mallu Magalhães, Céu, Junio Barreto, Lira, Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Os arranjos misturam-se a elementos eletrônicos que reforçam a contemporaneidade no disco de Gal.

1. A mulher do fim do mundo - Elza Soares


Porque a voz rouca de Elza Soares, com suas críticas sociais, é necessária no Brasil que retrocede atualmente. E as melodias são de músicos consagrados da cena paulistana como Guilherme Kastrup, Kiko Dinucci e Rodrigo Campos.


Honeymoon é o quarto álbum da cantora Lana Del Rey, trabalho aguardado com grande ansiedade tanto pelo público quanto pela crítica especializada. Com estratégias de divulgação baseadas quase que exclusivamente na internet, Lana lançou faixas promocionais em seu canal no YouTube, dando um gostinho do que estaria por vir. High By The Beach, o primeiro single, mostra uma Lana mais urbana, com batidas de Hip Hop e uma letra surpreendemente positiva: tudo que ela quer é ficar chapada na praia.




Em recentes entrevistas, Del Rey declarou que o disco teria a sonoridade mais parecida com a de seu álbum de estreia, Born to Die (2012), e seria diferente do seu último, Ultraviolence (2014). Porém, vários resquícios de Ultraviolence ainda são encontrados em Honeymoon: as letras pesadas e o amor trágico. Talvez o mais próximo que o disco soe de Born To Die seja os belos violinos de abertura da faixa-título.  Bom, Lana Del Rey é uma artista com grande influência na música do passado. Se no Ultraviolence a cantora mergulhou no rock melancólico e psicodélico dos anos 70, em Honeymoon ela vai  fundo nas décadas de 40, 50 e 60 e confirma a sua adoração pelas cantoras Nina Simone e Billie Holiday, com referência explícita na faixa "The Blackest Day".

Honeymoon, (Lua de Mel, em inglês), é um álbum que fala sobre o amor, mas não sobre uma lua de mel tradicional. O álbum soa como uma continuação do Ultraviolence, e mostra a cantora tentando se libertar de relacionamentos ruins, querendo  ficar chapada na praia ou apenas começando um novo amor.

 Honeymoon tem uma introdução cinematográfica que remete ao filme Cidade dos Sonhos (2001),  de David Lynch, onde Lana Del Rey entoa logo no início: "We both know that's is not fashionable to love me" - "Nós dois sabemos que não é de bom gosto me amar". O eu lírico, ainda trágico, lida com um relacionamento abusivo e violento, tema que permeia o álbum Ultraviolence. Aqui, não sabemos exatamente que tipo de Lua de Mel Lana está vivendo, mas a julgar pelo verso final, "Dreaming away your life" - "Fantasiando sobre a sua vida", podemos imaginar que Lana está cantando sobre um sonho.



Em Music to Watch Boys to, segundo single do álbum, ouvimos  um dos refrões mais gostosos do álbum. Com várias camadas vocais, Lana apenas quer ouvir música enquanto assiste ao seu amor ir embora.

 Com Terrence Loves You (faixa favorita de Lana) , Lana demonstra sua predileção pelos ícones de Hollywood - "But Hollywood legends will never grow old" - Lendas de Hollywood nunca irão morrer", na veia mais jazz do álbum, seguida de "God Knows I Tried", faixa com influência gospel que fala sobre os altos e baixos da artista até finalmente encontrar a sua fama. A artista passou quase 7 anos na cena underground antes de alcançar a fama, com relatos de abuso de drogas e álcool, além dos relacionamentos abusivos, e boa parte das inspirações de Lana podem vir desse passado.

"Chamas tão quentes que se tornam azuis
Palmeiras refletindo em seus olhos
Como em um verão sem fim
É assim que eu me sinto por você
Se o tempo parasse, eu pegaria esse momento
E o faria durar para sempre"


Trecho de Freak

No ápice da poesia, em Freak, Lana canta sobre um amor anônimo, além de fazer referência a fama em Hollywood como uma forma de bizarrice. Ora, para artista, o mundo das celebridades pode ser estranho de diversas formas, e a cantora demonstra bem o seu descontamento com os paparazzi no vídeo de "High By The Beach".
Batidas de Hip Hop e vocais sussurrados seguem em Art Deco, dando o ar pop retrô tão presente na estética visual de Del Rey.

A segunda metade do álbum é permeada pela influência dos anos 50 e 60, com destaque para as faixas "Salvatore", The Blackest Day" e "24".
Parece clichê dizer que as faixas de Lana são cinematográficas, mas "Salvatore", música que segundo a própria artista traz o sentimento de uma Itália antiga, caberia perfeitamente na trilha sonora do filme "O Poderoso Chefão" ( 1972).

Mais uma vez, um cover de Nina Simone, um das principais influências de Lana, encerra o álbum. Don't Let Me Be Misunderstood" conserva o DNA da gravação original, associado ao estilo único  de Lana Del Rey.



Honeymoon é um álbum conceitual que consegue manter todas as características que a gente ama em Lana Del Rey: a melancolia, a poesia, o pop retrô, e as influências cinematográficas, ao mesmo tempo em que é  um disco completamente diferente dos outros já lançados pela artista. A própria já está pensando no próximo álbum, que deve ser lançado em 2016, e já deixa o mundo da música ansioso por toda essa criatividade infinita, que sempre nos trás grandes álbuns repletos de músicas sonhadoras.

Ouça o álbum completo:


  Lana Del Rey decidiu nos fazer uma surpresa liberando, sem aviso prévio, a música que será o carro-chefe de seu novo trabalho: Honeymoon, previsto para chegar as lojas em Setembro. Confira também todas novidades sobre o novo álbum da cantora clicando aqui.

  A música possui uma sonoridade suave e mantém as características melancólicas da Lana. O vídeo também contém o que seria um trecho do clipe. Ouça na íntegra abaixo:




Pois é galera. Essa linda da Lana Del Rey não para. O quarto álbum de estúdio dela está chegando. Então preparem-se, pois o Claquete coletou todas as informações sobre esse novo lançamento e apresenta as novidades quentinhas pra vocês. Então vamos lá:

1º No final de 2014, Lana disse em entrevista que já estava gravando seu novo álbum e que, em paralelo, estava escrevendo filmes para videoclipes etc.

2º O álbum se chamará Honeymoon e será lançado em setembro deste ano.

3º Honeymoon foi anunciado pela Lana em Janeiro desse ano através de uma entrevista na Billboard Magazine. 

4º Já tem o videoclipe do primeiro single gravado e prontinho para ser liberado em breve.

5º O álbum será  muito diferente de "Ultraviolence" e parecido com "Born To Die" e
"Paradise".

6º Mark Ronson, produtor do álbum Back to Black da Amy Winehouse, se junta a Lana para produzir o álbum.

7º Foi liberado um trechinho do single "Honeymoon".

8º A mesma música já pôde ser ouvida ao vivo em show da cantora.

Agora e só esperar ansiosamente setembro chegar para curtir esse trabalho que promete ser mais um clássico na carreira da Queen do Indie Pop. Confira abaixo o trecho da nova música:




             

  Glee teve seu digno final após seis temporadas (Confira nossa postagem sobre o legado de Glee AQUI). Nós do Claquete Pop não poderíamos deixar de demonstrar nosso carinho por essa série que marcou uma legião de jovens e que expandiu, e muito, a conscientização sobre igualdade e diversidade. Mas o que talvez vocês não saibam é que a série, conhecida por fazer super covers de músicas de sucesso, já tem 16 canções originais. Sim, 16 canções. 

  Dentre os destaques estão Loser Like Me, que se tornou o hino de Glee (depois de Don't Stop Believin, claro), Get It Right, cantada pela Rachel nas nacionais, Extraordinary Merry Christmas, a super e divertida canção natalina, além da dançante Light Up The World, entre outras.

  Relembre conosco os momentos especiais do Finn, Rachel, Kurt, Blane, Santana, Brittany, Artie e todos os participantes do Glee Club da escola Mckinley High, além do grande Mestre Mr. Shuester em belas canções compostas pela produção exclusivamente para o seriado.
  
Confira as performaces completas abaixo:



Get It Right





My Headband









Loser Like Me









Only Child






Trouty Mouth






Big Ass Heart






Hell To The No





Nice to Meet You, Have I Slept With You?





As Long as You're There






My Cup






Pretending






Light Up The World





Extraordinary Merry Christmas






Christmas Eve With You






Busters Get Popped






Outcast









Conhecido mundialmente, o Spotify, serviço de música em streaming, colocou na “legalidade” vários usuários que eram acostumados a baixar músicas em mp3. O aplicativo disponibiliza gratuitamente um acervo diversificado de músicas e algumas propagandas de "brinde" que é preciso aguentar. Há a opção de adquirir o serviço premium e livrar-se delas por um preço mensal. Mas, além de ter milhões de canções e um layout bem organizado, o Spotify também disponibiliza playlists para as mais variadas situações desde um jantar com amigos à ressaca.

Como usuária, procuro sempre me “atualizar” nas playlists. Sempre aparece alguma novidade surpreendente. Diante de tantas opções, resolvi elaborar um top 10 com as melhores. É uma seleção bem difícil e pode não agradar a todos. Fique à vontade para acrescentar alguma lista que mereça ficar entre as dez melhores ou elaborar o seu próprio top 10. Lá vai: 


Uma delícia de playlist! Toda vez que vou preparar algo na cozinha, fica ainda melhor quando ouço essa seleção que vai de Amy Winehouse a Elvis Presley.

Essa playlist é ótima pra ficarmos atualizados com os artistas internacionais que estão vindo ao Brasil.

Essa aqui é pra deixar a festinha com muito gingado pra ninguém ficar parado.

Nostalgia. MTV. Nada mais define essa playlist pra mim.

Essa playlist é pra matar a saudade dos anos 80, época em que eu nem era nascida, mas considero pakas musicalmente. E se você curte algo mais (por favor, leia no ritmo da música) “physical, physical”, essa playlist é essencial para você.

Festa. Amigos. Música. Muitas vezes acaba com todo mundo exibindo seu talento no karaokê. Saiba que há uma playlist especialmente para esse momento.

Essa playlist é um amor! Pra quem gosta de séries, filmes e games, vale a pena conferir! Tem tema de Mario, canções do mestre John Williams de Jurass Park, Star Wars, Indiana Jones e Tubarão, abertura de Game of Thrones, Pokémon, Os Simpsons...Enfim, ouçam!!

Tá ouvindo aquele rock e começa aquele solo de guitarra imperdível pra fazer no ar? Você vai ficar feliz com essa playlist assim como eu.

Essa playlist é essencial principalmente para você que enfrenta a cidade mais engarrafada do Brasil, Recife. Enquanto o buzinaço sem necessidade rola na rua, põe essa playlist pra tocar.


Essa playlist é especialmente para você que gosta de mostrar todo seu potencial durante o banho. Aumenta o volume e solta o gogó!

As melhores playlists do Spotify

22/03/2015
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 O Soundtrack apresenta pra vocês algumas das melhores músicas deste que é considerado um dos melhores filmes dos anos 90: Segundas Intenções (Cruel Intentions, 1999).

  Longe de ser um drama tradicional, o filme dirigido por Roger Kumble -  que atualmente é conhecido por sua direção e roteiros em diversas séries como Pretty Little Liars, Suits e Revenge -  é uma teia de intrigas, planos perversos e muitas, mas muitas Intenções Cruéis.

  Kathyn (Sarah Michelle Gellar) e Sebastian (Ryan Phillippe) vivem como irmãos por causa do casamento de seus pais. Ele tem fama de  um sedutor mal caráter. Ela é bem mais mal caráter que ele, mas mantém a fama de boa moça, agindo apenas por trás dos panos. O namorado de Kathyn a trocou pela jovem Cecile, agora ela quer se vingar e propõe ao Sebastian que ele pode ter o que quiser se ele conquistar Cecille e acabar com a reputação dela, entretanto, Sebastian achou esse um desafio fraco, daí Kathyn propõe algo bem maior: a filha do diretor de sua escola, Anette (Reese Wistherpoon) afirmou que se manterá virgem até o casamento. Se ele não conseguir tirar a virgindade da Anette até o fim das férias, o carro dele pertencerá a ela, mas se ele ganhar esse jogo, ele terá o que sempre quiz: transar com a Kathyn.

A trilha sonora do filme é simplesmente ótima. Antes do lançamento do longa, quem iria comandar a trilha era o grande John Ottman, cara que trabalhou em filmaços como X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, A Orfã e Sem Escalas, entretanto, pouco antes do filme ser lançado, os produtores encomendaram uma nova trilha sonora ao Ed Shearmur, outro grande da área. O resultado mais que satisfatório: Placebo, The Verve, Blur, The Cardigans, Faithless e muitos outros. Segue a playlist com as melhores músicas desse ótimo filme que você tem que ver.


Every You Every Me - Placebo






Bitter Sweet Symphony - The Verve






You Blew Me Off - Bobby Bare Jr.







Lovefool - The Cardigans







Coffe and TV - Blur







Addictive - Faithless







Praise You - Fatboy Slin













Reprodução/Facebook

Quem vai ao cinema procurando mais uma romantização da vida de um artista, vai se arrepender, pois não é essa a proposta de Paulo Henrique Fontenelle. No documentário Cássia, o diretor, conhecido pelos seus trabalhos em Dossiê Jango e Mauro Shampoo, retrata a vida da cantora Cássia Eller mostrando seus acertos, suas falhas e tudo que a fez ser o mito que é.

Através de entrevistas com parentes e amigos, o documentário desenrola a carreira de Cássia Eller e, ao mesmo tempo, a sua vida pessoal - mostrando que cada momento íntimo seu, refletia na sua música. A arte era a catarse de Cássia e, apesar de ser uma mulher tímida, no palco ela era visceral e expunha todos os seus sentimentos na forma como interpretava cada verso. Cássia compunha, mesmo quando a letra não era dela. 

O documentário é feliz em abordar assuntos que poderiam ser polemizados nas mãos de outro diretor, mas que aparecem com naturalidade através da direção de Paulo Henrique. A homossexualidade, o relacionamento poliamor e o uso de drogas não são estrinchados na tela, apenas apresentados de forma real. 

Ao entrevistar Maria Eugênia, companheira de Cássia, é possível adentrar no universo interior da cantora e perceber, por exemplo, as mudanças muitas vezes sutis que aconteceram ao longo da sua vida até as mais drásticas, como a gravidez, que deu uma nova perspectiva à Cássia e fez com que ela mudasse sua forma de viver e de ser artista.

A narrativa da figura perturbadora que foi Cássia Eller, faz com que o espectador se emocione não por ângulos forçados da câmera, mas sim, por ao longo do documentário, você se dar conta do quão especial e importante ainda é Cássia Eller, e as lágrimas ao final da sessão vêm com a mesma espontaneidade que transbordava da cantora.  

O relicário de Cássia

27/01/2015
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   Dessa vez a nossa homenagem musical é desse subestimado clássico que, apesar da polêmica, acabou se tornando o filme que bateu o recorde mundial de maior tempo de permanência no cinema. Em Munique, ele continua em cartaz em sessões à Meia Noite desde o seu lançamento.


  O divertidíssimo filme conta a história de Brad (Barry Bostwick) e Janet (Susan Sarandon) que, após ficarem noivos, decidem fazer uma viagem. No caminho, o carro deles quebra e são forçados a pedir ajuda em um misterioso castelo, onde são recepcionados por várias criaturas que habitam o local. O dono do castelo é o transsexual Frank N Furter (Tim Curry) que está criando um protótipo de homem musculoso para satisfazer seus prazeres.


    Embalados por populares canções, o filme, que era um musical teatral, continua sendo interpretado por profissionais e estudantes dos EUA e fazendo muito sucesso por suas músicas extremamente populares. As melhores delas você confere abaixo.




Science Fiction Double Feature



Sweet Transvestite


Dammit, Janet!



Time Warp





Hot Patootie






Touch-A Touch-A Touch Me








  É isso aí, galera! Jogos Vorazes: A Esperança Parte 1 já está fazendo um grande sucesso nos cinemas de todo mundo. Aqui no Brasil não está sendo diferente. Quase 2 milhões de pessoas já viram a primeira parte do final da Saga de Katniss e Peeta contra a Capital. E, claro, não poderíamos deixar de fazer o Soundtrack da Semana (que está voltando com força total) desse grande filme com músicas Super Tops.

  O filme apresenta a luta da resistência contra a Capital. A guerra e revolução começa pra valer nesse longa. Depois que foi resgatada da arena onde lutou nos Jogos Vorazes pela segunda vez, Katniss(Jennifer Lawrence), após o fim do distrito 12, vive no distrito 13 com a mãe e irmã. A presidenta Alma (Julianne Moore) e Plutarch (Philip Seymor Hoffman) a querem para simbolizar o Tordo, símbolo da resistência, e assim mobilizar toda a população para a revolta. Katniss aceita e agora eles precisam, além de lutar, resgatar Peeta(Josh Hutcherson) das mãos da Capital e do Presidente Snow.

  A trilha sonora do filme é ótima! Tem muito Pop e com a estrela principal, Lorde com o Hit Single "Yellow Flicker Beat", além de Major Laser, Chvrches, Charli XCS, Chemical Brothers, dentre muitos outros. A trilha já pode ser baixada no iTunes e aqui você confere as melhores músicas que embalaram este ótimo filme que te espera no Cinema.



Chvrches - Dead Air






Charli XCX - Kingdom





Lorde - Yellow Flicker Beat





Major Laser ft. Ariana Grande - All My Love





Chemical Brothers - This is Not a Game








  Mais uma animação fazendo parte da nossa review musical. Dessa vez, Irmão Urso, da Disney é o escolhido por possuir uma belíssima trilha, que deixa sua marca registrada em nossas cabeças. Uma animação indispensável para fãs do gênero, da Disney e de cinema de um modo mais geral.

  O longa estreou nos cinemas no dia primeiro de novembro de 2003 e já está na lista dos clássicos memoráveis da Disney. O filme nos apresenta uma emocionante história sobre a vida, companheirismo e família. Kenai é o irmão mais novo de Sitika e Denahi que adora aventuras e está preparado para receber seu totem, símbolo da personalidade. Ele recebe o totem de um urso, que simboliza o amor. Decepcionado, Kenai não gostou da sua atribuição e é zombado pelos irmãos. Após ter seus peixes roubados por um urso, eles vão atrás do animal e acabam em uma caçada que termina em um acidente na geleira onde o irmão mais velho, Sitika, morre. Com desejo de vingança, Kenai caça o urso e o mata.

  Para aprender a lição, os espíritos ancestrais transformam Kenai em um urso. Desesperado, ele encontra a
anciã de sua aldeia que diz que ele tem que ir até a "montanha onde as luzes tocam o chão" para poder recuperar sua forma humana. No caminho, Kenai encontra Koda, um pequeno ursinho que se perdeu de sua mãe e está indo para a corrida do Salmão e disse que pode ajudar Kenai a chegar nas montanhas. Na viagem, Kenai desenvolve uma relação de irmão com o pequeno urso que pode mudar sua vida para sempre.

  A belíssima trilha sonora é assinada por Mark Mancina e Phill Collins, ambos também trabalharam na trilha de Tarzan. Dentre as 12 canções que compões a trilha sonora oficial, destacam-se: Transformation, On My Way, Look Through My Eyes e No Way Out, que vocês podem conferir aqui:



Look Through My Eyes - Phill Collins




No Way Out - Phill Collins



On My Way - Phil Collins



Transformation - The Bulgarian Women's Choir




Great Spirits - Tina Turner

  








Across the Universe (2007) somou dois fascínios dos meus poucos e já cansados 21 anos. É um filme musical, que conta sua história através das canções dos Beatles. Lembro o quanto fiquei encantada e ainda mais feliz pela direção da talentosa Julie Taymor (famosa principalmente pela direção de O Rei Leão na Broadway, em 2006), e sabia que seria difícil demais não me sentir satisfeita com a obra.

O tom pessoal é justamente pelo significado que a obra tem para mim. Além da banda de Liverpool mais famosa do mundo, Across the Universe busca também inspirações na estética psicodélica do meu filme musical favorito, Hair (1979), assim como a ambientação nos anos 60 e toda sua atmosfera hippie e revolucionária, marcada pelos jovens contrários a Guerra do Vietnã.

Referências também ocorrem através dos personagens Jojo e Sadie, fazendo alusões aos artistas da época, Jimi Hendrix e Janis Joplin













Mas, vamos a história: Jude (Jim Sturgess) é um jovem inglês que decide partir de Liverpool para os EUA em busca do pai. Chegando lá, conhece o rebelde estudante Max (Joe Anderson). Eles se tornam amigos e decidem ir morar na efervescente Nova York da época.



Lucy (Evan Rachel Wood), é irmã de Max, e quando vai atrás do irmão em NY, acaba se apaixonando por Jude e se envolvendo em protestos contra a Guerra. Em meio à tantas turbulências, a história de Jude e Lucy é cantada e vivida em meio ao choque, a política e ao amor.



Assim como os protagonistas, os nomes de todos os personagens (assim como o título do filme) foram retirados das canções da banda.

Salma participa da sequência completa da canção Hapiness is a warm gun.

O filme conta também com participações de Bono Vox (vocalista do U2), do cantor Joe Cocker e da atriz Salma Hayek. Hayek já havia trabalhado com Julie Taymor em Frida (2002) e quando soube do projeto, pediu para participar, mesmo que fosse em um papel pequeno.





90% das canções de Across the Universe foram gravadas ao vivo nos sets de filmagens, sem qualquer dublagem feita em estúdio durante a pós-produção. Os atores soltaram a voz lindamente e você pode conferir algumas performances logo abaixo: