Mostrando postagens com marcador ReviewSerie. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ReviewSerie. Mostrar todas as postagens

Modern Family entra em sua sexta temporada nesta quarta-feira, dia 24 de Setembro, mais forte e poderosa do que nunca! Adiei por vários anos assistir a Modern Family, mas quando comecei, não parei mais, e assisti as cinco temporadas em três semanas. Depois de vários Emmy's ganhos durante esses cinco anos, finalmente consegui descobrir o porquê desse estrondoso sucesso.

A série gira em torno da família Pritchett, onde temos vários núcleos. Da dona de casa que cuida dos filhos e marido(que poderia ser considerado um filho também, pela mentalidade da pessoa), até o casal Gay que resolve adotar uma filha.

O texto e criação de Modern Family tem a assinatura do Christopher Lloyd e Steven Levitan, e é incrível como em cinco temporadas eles não perdem o ritmo do show. O texto é inteligente, divertido, sarcástico e com piadas rápidas e precisas. Claro, existem episódios mais parados e lentos, mas nada que prejudique determinada temporada.

O elenco é simplesmente incrível e a química entre eles não apenas acontece, como todo mundo se comporta como uma verdadeira família fora dos set's de filmagem. É notável o entrosamento de todos os atores e a paixão por cada personagem em cena. Mas quem chama a atenção é o ator Eric Stonestreet, que interpreta o Cameron, ou simplesmente Cam. Ele rouba a atenção em cada cena, sua atuação na pele de um gay que larga tudo para cuidar da casa e da sua filha é de tirar risadas de qualquer um. Infelizmente o ator nunca ganhou um Emmy de melhor ator em uma série de comédia, que fica praticamente todos os anos para o Jim Parsons, de The Big Bang Theory.

MF é uma série divertida, carismática e que mistura de uma maneira genuína amor e humor. Poucas séries conseguem esse feito, principalmente quando se trata de cinco temporadas consecutivas. Não faça como eu, que demorou cinco anos para começar a assistir, corre pra Netflix e comece devorando às primeiras três temporadas, como fiz. Toda a família Pritchett te fará rir e emocionar na medida certa.


Boone e Shannon
Já faz 10 anos desde a estreia de Lost. Nunca pensei que uma década passasse assim, num piscar de olhos.  Bom, pra mim faz 8 anos desde que vi pela primeira vez: sim, eu conheci a série pela TV Globo. Nunca vou  esquecer a data, o fatídico 5 de Fevereiro de 2006, logo após o Fantástico. Lembro que a divulgação da série pela Globo foi pesada, e foi por isso que resolvi esperar. Logo no início fiquei de cara, o que estava diante dos meus olhos não parecia uma série de TV qualquer que passava na TV aberta, parecia mais um filme de ação, suspense e terror  muito louco. Explosões, turbina de avião sugando pessoas, chuva, monstro e correria na selva, aquilo tudo acontecendo e te prendendo pelos próximos 4 anos.

Bom, Lost não parecia mesmo uma série de TV qualquer, o episódio piloto é considerado o mais caro da história da televisão, e custou para a ABC entre 10 e 14 milhões de dólares. A história, 48 pessoas caem em uma ilha  após um acidente de avião e não conseguem sair de jeito nenhum do lugar. Acrescente pelo menos 1 mistério por episódio, 1 gancho chocante ao final de cada um, o triângulo amoroso que demorou para  se consumar e me deixou aflito, uma mitologia incrivelmente construída e desconstruída (Iniciativa Dharma) e 14 personagens centrais de diferentes nacionalidades. Esses foram só alguns dos ingredientes da fórmula de sucesso de Lost. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox), o grupo de 14 pessoas e mais um punhado de figurantes passaram pelas situações mais loucas da TV americana.

Além de toda a trama que parecia complexa para quem estivesse assistindo a algum episódio aleatório, Lost trabalhava os personagens como nenhum outro produto televisivo fazia. Os 14 personagens centrais protagonizavam pelo menos 1 episódio por temporada. A narrativa de flashbacks fazia a gente querer saber mais e mais daqueles personagens. Eu torcia muito pra que cada temporada tivesse pelo menos uns 3 flahbacks da Kate (Evangeline Lily).

Kate Austen
Katherine Austen, a Kate, era a badass mothafucka da série, ao lado de Sawyer (Josh Holloway). Garota problema, sempre disposta a encarar o perigo, sexy e cobiçada pelo personagem central, o Dr, Jack Shephard e por Sawyer. Lost sabia unir tudo de melhor que se pode oferecer na TV, episódios dramáticos e emocionantes com a história de vida de personagens incríveis (John Locke é o principal deles), comédia, ficção científica e  uma  mitologia poderosa.




Toda essa trama megalomaníaca arrastou uma legião de fãs sedentos, nerds de todo o planeta e até noveleiros. O Brasil era tão fanático pela série, que os DVD's para locação chegavam aqui antes do que qualquer outro lugar do planeta, de 15 em 15 dias e durante a exibição nos EUA,  da quarta temporada até a última, Poder!!! 

Jacob e o Homem de Preto
Lost apresentou o  conflito entre o homem da fé vs. homem da ciência (leia John Locke vs. Jack Shephard), e parece que esse realmente foi também o conflito dos autores da série. [Começo de Spoilers] Em 5 temporadas, Lost produziu episódios que tinham como base a ficção científica e o sobrenatural, e a ficção científica parecia ganhar o jogo, pois até viagem no tempo aconteceu. Teorias intermináveis dominavam os fóruns do orkut, blogs e afins sobre o que era a ilha de Lost, mas a sexta e última temporada da série surpreendeu de forma negativa a maioria dos fãs. A ilha era uma metáfora religiosa mesmo, uma espécie de purgatório em que a pessoas chegavam lá literalmente perdidos para "se encontrarem", ou seja, pessoas que estavam perdidas na vida e precisavam de uma segunda chance. Tudo isso ligado por uma espécie de Deus da ilha, o imortal Jacob. E todos que caíram na ilha, eram os "escolhidos" e "candidatos" a substituir a entidade Jacob, perpetuando seu trabalho até quando fosse necessário. Paralelo a isso, uma realidade alternativa foi apresentada durante a última temporada e só foi revelado o que tudo realmente era durante o series finale, precisamente nos minutos finais, o que deixou muita gente confuso: eles estavam todos mortos na ilha, e aquilo era o inferno? A resposta é dada em uma frase muito bonita: Christian Shephard revela para Jack que o momento em que todos passaram na ilha tinha como propósito que todos se encontrassem, e na realidade paralela eles esqueceriam e seguiriam em frente. Foi um final espiritual que me faz chorar cada vez que vejo, mas a temporada como um todo foi aquém das expectativas dos fãs. [Fim dos spoilers].

Final à parte, Lost apresentou em mais de 100 episódios, histórias que prenderam, que te fizeram sofrer durante os meses de pausa entre uma temporada e outra, fizeram você conhecer a obsessão e amar personagens icônicos. Como esquecer  Benjamim Linus (Michael Emerson, em uma atuação magistral interpretando um dos maiores vilões da TV), Juliet Burke (Elizabeth Mitchel) e Daniel Faraday ( Jeremy Davies)?, Hurley (Josh Holloway) e seus momentos hilários, Sun (Yunjin Kim) e Jin (Daniel Dae Kim), o casal coreano que a gente odiou e depois amou com a mesma força? E ficar confabulando sobre cada mistério, perder a vida social e tentar burlar as leis da natureza e não dormir assistindo temporadas inteiras? Desmond Hume (Henry Ian Cusick), esse era um show à parte, Rose e seu amor por Bernard, e mais uma dezena de personagens inesquecíveis. Lost fez tudo isso, e esse legado ficou para as séries que surgiram na época e posteriormente, e que agora são febre por aí.

Pra terminar, nada melhor que a abertura icônica com aquela trilha maravilhosa, aliás, a trilha sonora de Lost foi um show à parte. Abraço!








Tudo começou em um café há exatos 20 anos. Joey, Phoebe, Chandler e Monica jogavam conversa fora quando Ross chega abatido pelo fim de seu casamento. A primeira risada surge com o ‘Hi’ sem esperança do paleontólogo. Ele mal sabia que sua vida mudaria completamente segundos depois, com Rachel surgindo vestida de noiva.  



Friends revolucionou o modo de fazer as sitcoms norte-americanas. Você já deve estar careca de ler isso, ainda mais num dia tão comemorativo como hoje. Mas esse fato é algo para ser lembrado sempre. Outras séries de comédias já existiam na época da estreia de Friends, a exemplo da ótima Seinfield, que pertencia também a NBC. Mas a história dos seis amigos que começou a ser contada no Central Perk alcançou uma dimensão tão grande que continua sendo reprisada diariamente até hoje. Se você colocar na Warner Channel e olhar toda a programação, encontrará mais episódios de Friends do que de séries atuais que estão em atividade. É algo imortal, que vai passando de geração em geração.

Assim como eu, acredito que muitos começaram a assistir a série ainda bem pequeninhos. Friends foi o primeiro seriado que vi, quando passava no SBT à noite. Aliás, obrigada SBT. Sem você, eu teria demorado a conhecer essa maravilha. Eu não fazia ideia de quem eram aquelas pessoas, mas gostava do barulhinho das risadas que surgiam a cada piada, e gostava de ver todos juntos, seja no Central Perk ou em casa, esperando algum prato especial feito por Monica.

Foram anos de risadas, de piadas, de Smelly Cat, How you doin' e aventuras. Como esquecer também das incríveis participações especiais? Julia Roberts, Robin Williams e tantos outros atores incríveis! Mas, acima de tudo, Friends nos ensinou, pelo menos a mim, que era possível ter amigos para vida toda. Quem nunca quis se mudar pra um apartamento com suas amigas e amigos para morarem juntos porque tinha visto isso na série? Eu já. Uma das coisas que mais sinto falta são das piadas de Chandler. Nenhum outro personagem vai conseguir chegar ao patamar dele.

Falando em outras séries, também é inegável a influência que encontramos de Friends nas produções dos sitcoms. É só ver How I met your mother que você encontrará váááááárias referências. Com toda a certeza, podemos considerar Friends um verdadeiro clássico das séries. 

Leia também nossa homenagem aos 10 anos do último episódio de Friends. É só clicar AQUI.


Filme no domingo é lei... Não tem dia melhor para assistir a um. É o dia da ressaca, do descanso, do desespero pela segunda-feira que se aproxima. Mas, pelo menos onde eu moro, o cheiro de pipoca no ar faz a gente esquecer que amanhã é segunda.

Na árdua jornada de achar um filme para assistir, difícil mesmo é encontrar um bom filme do gênero horror atual. Acho que dá até para contar nos dedos, no meu caso. Mas cada um com seus gostos. Enquanto uns ficam com medo de Livrai-nos do mal, eu fico frustrada com um filme desse tipo. Cadê a originalidade do horror? Quando não é filme de exorcismo, são franquias intermináveis. Agora, a “moda” é fazer remake, reboot, prequel, spin-off e o que mais puder ser derivado de um longa já existente.

Só para vocês terem uma ideia, esse ano vi notícias de um remake do clássico Os Pássaros, de Hitchcock (não sei se a pior parte é saber que vai haver um remake do filme ou saber que vai ser produzido pelo Michael Bay), prequel de O iluminado e reboot de Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Sem falar no spin-off de Invocação do mal que vai estrear, Annabelle. Pegaram o  filme melhorzinho de horror da atualidade e já espremeram-no todo.

É, amigos, não tá fácil pro horror cinematográfico. A única obra que chamou minha atenção esse ano foi o longa nacional Quando eu era vivo. Tem também The Babadook, que chamou atenção pelo trailer. Mas como não foi lançado ainda, não dá pra opinar. 

Em contrapartida ao cinema, na televisão, o gênero horror, com ênfase no sobrenatural, vem surpreendendo cada vez mais com bons produtos. Houve um “boom” do gênero nos últimos anos, principalmente depois da chegada de American Horror Story. Antes, já existiam séries como Supernatural (que já deveria ter terminado) e The Walking Dead.

Abordando também o sobrenatural, temos The Vampire Diaries, mas é mais drama teen do que horror. Enfim... Eu aproveitei esse bom momento do horror na televisão e fiz uma pequena seleção de séries desse gênero para vocês.

1- American Horror Story: A série de Ryan Murphy e Brad Falchuk tem início, meio e fim. Cada temporada é uma história diferente, com personagens diferentes e épocas diferentes. Em outubro, terá início a quarta temporada, intitulada Freak Show. A terceira temporada é mais mitológica, porém encontramos elementos do horror sobrenatural como o personagem Kyle, uma referência ao clássico Frankestein.

2-  Penny Dreadful: A série da Showtime estreou esse ano e já conquistou meu coração. A história se passa em uma Londres Vitoriana e traz personagens clássicos como Dorian Gray, Van Helseing e Dr. Victor Frankenstein. Além disso, também aborda vampiros e exorcismo (palmas para Eva Green).

3- The Strain: A nova série de horror da FX tem nada menos que Guillermo del Toro como um dos criadores, e como diretor do primeiro episódio. A produção gira em torno de  um fenômeno vampiresco que toma conta de Nova York. O chefe do Centro de Controle de Doenças, Dr. Ephraim Goodweather, organiza um grupo para tentar conter o “surto”. O piloto é eletrizante. Vale a pena conferir.

4- Hemlock Grove- A série é produzida pela Netflix e é uma mistura de suspense e horror. A trama já começa com o assassinato de uma garota e um dos suspeitos é um menino de 17 anos que assume ser lobisomem. Ao contrário da CBS/ABC/The CW, a Netflix sabe a hora de terminar uma série, com Hemlock Grove indo para sua terceira e última temporada em 2015. 


Há outras produções pertencentes ao gênero como Salem e Sleepy Hollow. Mas desisti de ambas ainda na primeira temporada. Para quem gosta do gênero, vale dar uma sacada.


Para a alegria dos viciados em séries, 2014 está sendo o ano de grandes temporadas- pelo menos para as produções que acompanho. Depois da season finale de Hannibal, eu achava que nenhuma outra seria tão espetacular como aquela. Mas eis que, finalmente, chegou a segunda temporada de Orange Is The New Black surpreendendo tudo e todos.

Este ano Piper amadureceu um pouco, o que foi um ponto positivo para os episódios. Na primeira temporada, ela era um verdadeiro pé no saco, quase ninguém aguentava- nem os espectadores. Mas a patricinha precisou se adaptar para sobreviver. Ela ficou mais esperta e até um pouco mais dura, principalmente tendo que viver na prisão sem Alex Vause (Laura Prepon).


please, doooooon't!
A ausência de Vause foi frustrante por um lado. Se a gente for reparar, parte dos banners de divulgação da segunda temporada tem Laura Prepon, e quando a gente assiste ela aparece em menos de cinco episódios. A personagem de Laura caiu nas graças do público. Tanto é que, quando circulou o boato de que ela não estaria na segunda temporada, o mundo só faltou desabar para os fãs. Talvez seja por isso a grande presença dela nas ações de divulgação. Há uma cena na qual Piper diz para Nick que Alex “tem um poder sobre ela”, mas isso acontece com todo mundo que assiste hahaha. Por outro lado, a pequena participação de Alex foi recompensada com ótimos episódios. A temporada de fluiu muito bem, melhor até do que eu e todo mundo esperava.

Orange continua fazendo jus ao seu slogan “cada sentença, uma história” e deu seguimento ao que acontecia na primeira temporada. A cada episódio, uma prisioneira de Litchfield tinha sua história contada. Todas são emocionantes e delicadas, com certas surpresas como a história de Morello- a moça simpática que dirige aquele furgão estilo o de Scooby-Doo. Quem ganha destaque também é Taystee, que vê seu passado virar presente dentro da prisão.

Todas as prisioneiras são rosas vermelhas que criaram espinhos para sobreviver em Litchfield. E Jenji Kohan toma bastante cuidado ao colher cada uma para contar a história de vida delas. A série não surpreende apenas pela temática, mas também pelo elenco. Há latinas, negras, brancas, trans e idosas- aliás, não subestimem as idosas nessa temporada- todas reféns de um sistema carcerário corrupto. Orange está na frente de qualquer outra produção nesse aspecto por tratar questões de gênero, língua e cor de forma igualitária.

É fato afirmar que a segunda temporada de Orange é melhor que a primeira. Aliás, a euforia faz com que digamos que esta é a melhor temporada de todas. Mas Orange tem muito ainda para mostrar e, pelo nível que está, cada temporada será melhor que a outra. É o que todo mundo espera quando assiste à season finale destruidora de carreiras de roteiristas. É de vibrar e emocionar. É melhor que gol do Brasil em Copa do Mundo.


ahh, cuidado com essa aí!

  Este post é para você que está procurando uma nova série pra assistir e ficar viciado. Tá afim de enfrentar momentos de tensão, rir, gritar, se espantar e ficar surpreso tudo ao mesmo tempo? Misfits tem todos os ingredientes para lhe deixar preso no sofá e ir até o fim com suas cinco pequenas temporadas que a cada episódio nos deixa com um gosto de quero mais terrível na boca. Hahaha...




  Misfits foi criada por Howard Overman e pode ser classificada como um seriado de ficção científica e/ou comédia, foi exibido pelo canal Channel 4 entre 12 de novembro de 2009 e 11 de dezembro de 2013 no Reino Unido com temporadas que variam entre 6 e 8 episódio de 45 minutos cada.



  A série conta a de um grupo de adolescentes delinquentes que foram condenados a cumprir a pena em serviço comunitário. Depois de uma estranha tempestade, todos eles ganham poderes sobrenaturais que no decorrer da série tentam lidar com os dons mas sempre acabam entrando em encrencas de causar espanto.






  O grupo é formado por: Simon (Iwan Rheon), o personagem que todos amam por sua sensibilidade, tem o poder da invisibilidade e foi para o serviço comunitário por tentativa de incêndio; Nathan(Robert Sheehan) é o mais pervertido e engraçado de todos, é cheio de piadas e foi condenado por furto e vandalismo, tem o poder da imortalidade; Alisha (Antonia Thomas) tem o poder de fazer todos que a tocam ter uma louca vontade de transar com ela, o que faz ela aproveitar muito dos homens nas baladas hahaha... Kelly(Lauren Sosha) é a barraqueira da história e tem o poder de ler pensamentos; Curtis(Nathan Stewart-Jarrett) consegue voltar no tempo e modificá-lo, com certeza o melhor poder de todos.


Simon sendo fofo como sempre


  Dos personagens que entram na série a partir da terceira temporada estão: Rudy(Joseph Gilgun), outro pervertido que tem o poder de se dividir com diferentes personalidades; Jess(Karla Chrome), que entra na quarta temporada, tem o poder ver o futuro; Finn(Nathan Mcmullen) tem o poder de telecinesia e Alex(Matt Stokoe) que ganha o poder mais bizarro de todos que é o de tirar os poderes das pessoas através do sexo.

O seriado já ganhou o BAFTA Television Award em 2010 de Melhor Série.














 


AVISO: Este texto contém spoilers de todas as temporadas de True Blood e não é recomendado para menores de 16 anos.

Uma das séries mais quentes e cultuadas dos últimos 7 anos, chega a sua temporada final. A história de Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata que se apaixona por um vampiro, Bill Compton (Stephen Moyer), é baseada nos livros da escritora Charlaine Harris, "Vampiros do Sul", composto por 13 livros, do qual a série adaptou livremente os 4 primeiros volumes. A saga de Sookie Stackhouse chegou ao fim também na literatura, em 2013, e na TV, todas as desventuras serão encerradas na 7ª temporada, que estreia domingo, na HBO.

O Claquete Pop compilou os momentos mais memoráveis ao longo das 6 últimas temporadas da série, e vocês conferem abaixo:

BILL ALIMENTA SOOKIE COM SEU SANGUE PELA PRIMEIRA VEZ


Logo após ser espancada pelo casal traficante de V (sangue de vampiro), Bill Compton salva Sookie e a alimenta com o seu sangue, logo no 2º episódio.


SOOKIE COME A TORTA DE SUA AVÓ, APÓS O FUNERAL


Um dos momentos mais emocionantes de True Blood (se não o mais), é a cena em que Sookie Stackhouse come a torta preparada pela sua vó, assassinada pelo serial killer da primeira temporada, logo após o funeral. É de chorar litros, gente.


PRIMEIRA CENA DE SEXO ENTRE SOOKIE E BILL

Logo após o funeral da sua avó Adele, Sookie vai ao encontro do seu amado, o vampiro Bill, e eles têm uma das cenas de sexo mais memoráveis da série e da TV.




JASON E AMY CHAPADOS COM V JUICE 


Jason Stackhouse, o irmão de Sookie, sempre se meteu nas situações mais wtf de toda a série, e na primeira temporada ele é um viciado em V Juice (sangue de vampiro que deixa humanos mais fortes e provoca alucinações), e nesta cena ele está numa viagem causada pelo V, ao lado de sua namorada Amy (Lizzy Caplan, de Masters Of Sex), que é assassinada pelo serial killer da temporada.



BILL TRANSFORMA JESSICA EM VAMPIRA


Após matar um vampiro, Bill é sentenciado a transformar uma humana em uma vampira. Jessica, a primeira criação de Bill, não  existe nos livros de Charlaine Harris, mas é uma das melhores personagens da série.


O BACANAL DE MARYANN


Na 2ª temporada, a bacante Maryann canaliza e transforma uma festa numa verdadeira orgia, com praticamente toda a cidade reunida.


GODRIC TRUE DEATH


Um dos personagens mais queridos, Godric, o criador de Eric Northman, decide receber a morte verdadeira, numa das cenas mais emocionantes de True Blood.


SEXO SADOMASOQUISTA ENTRE BILL E LORENA

A obsessiva criadora de Bill, Lorena, aparece em uma das cenas mais WTF de True Blood. A cena de sexo entre Lorena e Bill na 3ª temporada,  deixa qualquer casal sadomasoquista no chinelo.


LORENA RECEBE A SUA TRUE DEATH


Sookie  é a responsável por matar a criadora de Bill,  depois da mesma continuar com suas investidas obsessivas.


ERIC MATA TALBOT, MARIDO DE RUSSEL EDGINGTON


Eric Northman decide se vingar de Russel Edgington, que assassinou sua família, matando o marido de Russel, Talbot, em uma cena de sexo gay super tórrida.

SAM TEM SONHO ERÓTICO COM BILL



Sam foi alimentado por Bill, e as consequências são bem excitantes.



RUSSEL EDGINGTON MATA O APRESENTADOR DA TV E FAZ DISCURSO

Um dos vilões mais badass mothafuckers de True Blood, decide assumir o controle e se rebelar contra  a autoridade vampírica e o sangue sintético Tru Blood. Russel Edgington é old school, e quer se alimentar de humanos. A cena que ele arranca o coração de um apresentador de TV e faz um discurso em rede nacional, com certeza é inesquecível.


ERIC CONTA A SOOKIE QUE BILL FOI ENVIADO PARA INVESTIGÁ-LA

A rainha Sophie-Anne enviou Bill para investigar a natureza de Sookie Stackhouse, desde o começo, e Eric conta isso para a nossa heroína da pior forma possível, na season finale da 3ª temporada.


MARNIE FAZ COM QUE OS VAMPIROS CAMINHEM PARA O SOL



A bruxa Marnie quer vingança aos vampiros durante a 4ª temporada de True Blood. Ela e a sua seita conjuram um feitiço que faz os vampiros caminharem em direção ao sol.

LAFAYETTE  É INCORPORADO POR MARNIE E MATA SEU NAMORADO, JESUS 

Marnie é derrotada pelos vampiros, mas não sem antes incorporar no corpo de Lafayette e matar o seu  amado, Jesus.



Debbie, a namoradinha do Alcide, encheu o saco de todo mundo, e na season finale  da 4ª temporada ela resolve invadir a casa da Sookie. Resultado: Tara acaba levando um tiro e Debbie é morta pelas mãos de Sookie \o/



Durante a 5ª temporada, Bill se torna obcecado pelo poder, e toma o sangue da criadora de todos os vampiros, Lilith, se transformando numa nova criatura, sem muitas explicações.




Jessica é um tanto compulsiva, e ela acaba ferrando um plano de Bill de usar o sangue das fadas para ajudar os vampiros, e acaba matando-as quando as filhas de Andy tentam sair da casa.





Na season finale da 6ª  temporada, a mãe alcoólatra e problemática de Tara, Lettie Mae, pede desculpas a filha por tudo que ela causou durante toda a sua vida, e pede para que Tara se alimente dela (Tara foi transformada em vampira por Pam). Emocionante!

A MORTE DE TERRY BELLEFLEUR


O querido personagem Terry Bellefleur, não conseguiu carregar a culpa pelos assassinatos que cometeu na guerra do Iraque, e pediu para que um amigo o matasse, deixando a sua mulher Arlene desolada, e a gente chorando horrores.



Sookie, Tara e Jessica vão resgatar os vampiros presos pela autoridade vampírica, e quando Pam e Tara finalmente se encontram, o amor acontece. "Eu sabia", diz Jessica. <3



ALCIDE SE TRANSFORMANDO EM LOBO - SO HOT

Sem comentários para esta cena de Alcide Hearveaux.




JASON TEM SONHO ERÓTICO COM WARLOW

Jason Stackouse bebe o sangue do interesse amoroso de Sookie, Warlow, e o resultado é no mínimo, sexy.




TODAS AS CENAS DE AMOR ENTRE SOOKIE E ERIC


Após o término entre Bill e Sookie, Eric se mostrou um ótimo amigo :p




Em uma cena épica da 6ª temporada, Bilith mata o governador, responsável por um projeto que quer prender e contaminar todos os vampiros com hepatite.


E esses foram os 25 momentos mais memoráveis de True Blood, que inicia sua última temporada neste domingo, na HBO. Se tem algum momento inesquecível pra vocês que não está na lista, comentem!  O Claquete Pop vai ficar de olho na 7ª temporada e trazer todas as novidades. 




























No início do mês, a HBO divulgou que "GoT" se tornou o principal programa do canal, ultrapassando a premiadíssima "The Sopranos". E isso aconteceu nesta quarta temporada, quando "GoT" teve uma audiência média de 18,4 milhões de espectadores. O record anterior pertencia à série "The Sopranos", que em 2002 registrou uma audiência média de 18,2 milhões ligada no canal.

E hoje, depois de vários record's quebrados, teremos mais um encerramento de temporada para "Game of Thrones"! Final que foi prometido como o melhor de todas as temporadas, segundo os criadores da série. Com isso, o Claquete Pop resolveu listar os cinco acontecimentos mais marcantes desta temporada. São vários momentos e episódios(inteiros) marcantes, e resumi-los em cinco é realmente complicado, mas tentamos ser democráticos.

E sim, aqui teremos VÁRIOS SPOILERS sobre esta temporada, portanto, não passe daqui se você ainda não assistiu aos episódios.

1° - 04x02 - "The Purple Wedding" - Depois de um começo de temporada mais tranquila e atípica para a série, o segundo episódio desta temporada veio como um soco na cara dos telespectadores. E claro, ao final dele, muitos ficaram satisfeitos, gerando um efeito coletivo de sadismo e pura felicidade pela morte do Rei Joffrey(aquele FDP, merecia morrer mesmo! u.u). A cena é incrível e impactante. O ator Jack Gleeson, que interpretou o Joffrey, conseguiu transparecer toda a maldade do personagem escrito pelo R.R. Martin, e com toda a certeza foi um dos melhores atores da série. Ele atormentou a todos com o seu Joffrey.


2° - 04x06 - "The Laws of Gods and Men" - Neste episódio temos o julgamento do personagem do ator Peter Dinklage(Tyrion Lannister). Como todos já sabem, Tyrion é condenado a morte, logo após sua confissão. O inesperado depoimento de sua amada, Shae, interpretada pela atriz Sibel Kekilli, o leva a uma reação drástica do personagem. A interpretação genial do Peter e da Sibel torna a cena mais intensa e marcante.



3° - 04x07 - "Mockingbird" - Neste episódio, Lysa Arryn(Kate Dickie) tenta matar sua sobrinha, Sansa(Sophie Turner), logo após ver o seu amado, Mindinho(Petyr Baelish), beijando-a. Mais um show de interpretações dos atores. Cena tensa e final surpreendente(ou nem tanto). Toda a cena tem uma sensação de "eu sei exatamente o que vai acontecer...", mas te prende de uma maneira incrível! E o sentimento de sadismo vem mais uma vez, após você perceber que nunca mais verá o personagem da atriz Kate Dickie novamente.


4° - 04x08 - "The Mountain and the Viper" - Neste episódio acontece uma das cenas mais esperadas por todos, o confronto entre "A montanha" x Oberyn Martell. Oberyn se candidata para lutar no lugar de Tyrion Lannister. Ele quer vingança após a morte de sua irmã, Elia, e planeja além de matar Gregor, obter uma confissão dele. Mais um momento em GoT que somos surpreendidos com uma das mortes mais chocantes e incríveis da série. Oberyn começa a luta vencendo e fere o seu oponente diversas vezes, mas prolonga a morte do mesmo, e acaba surpreendido por um golpe. Ele cai e "A montanha" esmaga seus olhos e logo depois, o seu crânio. Linda morte, não?



5° - 04x09 - "The Watchers on the Wall" - No penúltimo episódio da temporada, somos apresentados a grande batalha entre "Os selvagens" e o grupo da "Patrulha da Noite". A batalha é intensa e marcante, além de ser bem dirigida e bastante cara, basicamente o episódio inteiro é feito por computadores: A muralha, os gigantes, a paisagem das geleiras, enfim. O grande foco mesmo, além da batalha, é o amor do John Snow(Kit Harington) que está em risco, já que sua amada é uma selvagem, e está no grupo de invasores da muralha. Como não poderia faltar uma morte no penúltimo episódio, alguém iria morrer, e quem foi? Ela mesmo, Ygritte(Rose Leslie) foi pro saco. A cena é bem bonita e mostra o amor do John Snow pela Ygritte. Infelizmente todos morrem nessa série, get over it! E como Ygritte diria: "You know nothing, John Snow!" 


E esses foram os nossos melhores momentos de "Game of Thrones", nesta 4° temporada. Você concorda? Discorda? Tem algum mais tenso, bizarro ou mais interessante que esses? Então, conta pra gente nos comentários. Lembrando que o último episódio da série vai ao ar hoje a noite pela HBO, às 22:00. Fiquem ligados que o episódio promete mais mortes e surpresas. E depois dele, só ano que vem. Espero realmente que o R.R. Martin esteja falando sério em aumentar a quantidade de episódios por temporada, isso seria realmente incrível, porque é difícil conviver com apenas dez horas de série por ano. Ficaremos na torcida. Bom, e por final, vida longa e próspera a Game of Thrones, que venham mais momentos surpreendentes e marcantes tanto quanto foram esses da 4° temporada.
 CALIFORNIA HERE WE COME!


 O Claquete Pop apresenta a edição destruidora com todas as temporadas de The OC - Um Estranho no Paraíso. Esse incrível seriado, que marcou uma legião de fãs e fez muita gente rir e chorar.
  Lançado nos EUA, a edição traz as quatro temporadas  (92 episódios), distribuídos em 28 DVDs. que são acoplados em um livro com curiosidades sobre o elenco, entrevistas com produtores, sinopse de todos os episódios e fotos sensacionais. O livro com capa dura e a foto da piscina em 3D vem protegido com uma grande case de acrílico.

A primeira temporada foi totalmente remasterizada e a coleção possui mais de 6 horas de material extra. Um maravilhoso ítem para os colecionadores de Home Vídeo e fãs da série. Infelizmente não possui idioma nem legendas em português, apenas em inglês, francês e espanhol.







 The OC - Um Estranho no Paraíso é um seriado Estadunidense exibido entre 2003 e 2007. Produzida pela Warner, a série se passa em Newport Beach, Califórnia e gira em torno de Ryan Atwood, um adolescente problemático que, envolvido em alguns crimes com o irmão, acaba indo parar no juizado de menores. Sandy Cohen, um advogado público aceita o caso de Ryan e, por se identificar com o jovem na adolescência, o convida a passar um tempo na sua casa. Ryan, um garoto do subúrbio é inserido em um mundo totalmente novo, onde o glamour, riqueza e arrogância reinam. Ele rapidamente faz amizade com o filho de Sandy Cohen e Kirsten, o nerd e ingênuo Seth Cohen,  que tem uma paixão por Summer Roberts, uma patricinha metida que o esnoba. Marissa Cooper é a melhor amiga de Summer e mora bem ao lado da mansão dos Cohen, sua vida de fantasia e riquezas cai por água abaixo quando seu pai Jimmy se envolve com esquema de desvio de dinheiro.






 Infelizmente, uma grande reviravolta na história do seriado fez com que o público fosse perdendo o interesse, e a audiência na quarta temporada foi caindo drasticamente, o que culminou no fim da série em sua quarta temporada que possui apenas 18 episódios. Mesmo assim, The OC continua deixando muitos jovens grudados em frente a TV acompanhando a história dos adolescentes e suas famílias no Condado de Orange County em Newport Beach, Califórnia.