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  O filme de animação que entrou para a história do Cinema Mundial completa 25 anos em 2016. A Bela e A Fera, 30º clássico dos estúdios Walt Disney Animation, baseado no conto de Jeanne-Marie Le Prince, foi o primeiro longa metragem de animação a concorrer ao Oscar de Melhor Filme em 1992 e levando a estatueta de Melhor trilha sonora e melhor Canção Original pela música "Beauty and the beast".

  O longa da moça do interior que se apaixona por uma fera enfeitiçada foi um grande sucesso de bilheteria. Obteve o máximo de críticas positivas, acarretando, além das indicações ao Oscar, o Globo de Ouro na categoria "Melhor Filme - Musical ou Comédia. Em 2002, o filme entrou para a preservação no National Film Registry por ser reconhecido como "culturalmente, historicamente ou esteticamente significante".

  Desde 1930, Walt Disney já trabalhava na adaptação de A Bela e a Fera, mas nunca obteve sucesso na produção. Após o sucesso do filme que estreava a era da Renascença Disney, A Pequena Sereia, foi decidido nos estúdios, dar vida ao conto que Walt Disney tão amava.

  Primeiramente, A Bela e A Fera não seria um filme musical, entretanto, o presidente da Disney na época, o  Jeffrey Katzenberg, adentrou a produção e ordenou que ele fosse um musical semelhante à Pequena Sereia. Sendo assim, os incríveis Alan Menken e Howard Ashman ficam responsáveis pelo que seria uma das melhores Trilhas Sonoras do Cinema.

  Howard Ashman, além de produtor executivo do filme, também ficou responsável pelas Letras das músicas, enquanto Alan Menken, pelos arranjos e composições sinfônicas. A dupla já trabalhou juntos em A Pequena Sereia e Howard em Oliver e Sua Turma.

Alan Menken e Howard Ashman
  Por complicações com o HIV, Howard Ashman faleceu oito meses antes do lançamento de A Bela e A Fera nos cinemas. De fato, foi uma perda irreparável dos estúdios Disney. Ele deixou as músicas que seriam usadas posteriormente no filme Aladdin. A maravilhosa canção "Proud of Your Boy" foi composta por ele.
 
  Seguindo o Sucesso de A Bela e a Fera, a Disney lançou duas sequências diretamente em Home Video: A Bela e a Fera - O Natal Encantado de 1997 e O Mundo Mágico da Bela de 1998. No mercado de Video, A Bela e a Fera se encontra entre as relíquias da Disney, sendo lançado sempre em edições limitadas e relançado a cada 10 anos para poder assim conquistar diferentes gerações. Depois do VHS, a Disney lançou uma edição especial em DVD Duplo que acompanha uma sequência musical inédita da música "Humano outra vez", na coleção posterior, a Edição Diamante em DVD e Blu-ray e em 2016 a Edição Walt Disney Signature Collection, exclusiva dos Estados Unidos.

  Em 2012, foi relançado nos cinemas uma versão do filme em 3D, levando milhões de volta aos cinemas para rever esse clássico. E em março de 2017, voltará as telas na versão live-action, estrelada por Emma Watson.

A Bela e a Fera é um filme de marcos. Foi o primeiro longa da Disney adaptado para um musical na Broadway, que teve várias adaptações em diferentes países; ganhou Globo de Ouro, Oscar e o coração de milhões de pessoas ao redor do mundo.



 

25 Anos de A Bela e A Fera

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23/11/2016
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  Estamos todos sem ar com beleza desse filme. Com o novo trailer divulgado hoje (14) pela Disney, dá pra ver perfeitamente os detalhes dos personagens, figurino e, inclusive, como será a cena da clássica dança da Bela e a Fera.O filme será lançado em março de 2017.

Confira o trailer abaixo



  Os corações estão cada dia mais apertados e ansiosos para a chegada de A Bela e A Fera. A versão Live-action do clássico da Disney Pictures chega aos cinemas em 16 de Março de 2017.
  Após a divulgação de um Teaser e um Featurette (presente na edição em blu-ray do clássico nos EUA), a Disney apresenta o pôster oficial do longa, inspirado no primeiro pôster de divulgação do grande clássico de 1992.




Confira o Trailer Oficial:




Divulgação/Disney
Assistir o mais novo live action da Disney é uma experiência. Além do longa Cinderela, o espectador também vai poder conferir o curta Frozen: Febre Congelante. O filme tem tudo para repetir o sucesso da obra original, pois investiu na fórmula que já havia dado certo. 

A forte relação entre as irmãs Elsa e Anna, na qual Elsa, apesar de ser a mais velha e possuir poderes, sempre acaba sendo cuidada pela irmã mais nova. E Olaf, o boneco de neve que fez tanto sucesso, ganha destaque, mais uma vez, acrescentando humor à história de sororidade da Disney.

Reprodução/YouTube
Outro personagem que recebeu destaque foi Kristoff, noivo de Anna, que nesse curta aparenta ter mais falas do que teve durante todo o primeiro filme da franquia Frozen. O curta só teve uma música, Making Today a Perfect Day, que não tem potencial para ser a nova Let It Go, mas é pano de fundo para fazer boas referências a momentos do primeiro filme. Frozen: Febre Congelante é um curta para manter a chama da franquia viva, enquanto se espera pelo próximo filme. 

Já quando o longa Cinderela começa, o espectador é imerso na linda fotografia do filme, suave e com tons vivos, lembrando uma pintura impressionista. Outro ponto essencial no filme é o cenário da casa de Ella e sua família, os temas florais espalhados pela casa e os pequenos detalhes como os carretéis de linha fazem a diferença. O imóvel reflete aconchego, amor e força, tudo que existe em abundância na família. 

Nesse live action, a Disney mais uma vez dá dimensões aos personagens, como aconteceu em Malévola. Nenhum personagem é bom só por ser, e nenhum personagem é mau porque decidiu ser. É possível notar o que motiva cada personagem e o faz ser da maneira que é. Esse é um recurso que acrescenta profundidade à narrativa, indo além da dicotomia bem x mal.

O crescimento de Lady Tremaine (Cate Blanchett) merece destaque. Ela é brilhantemente trabalhada no roteiro e executada por Cate, que transforma a Madrasta em alguém com quem é possível se relacionar. O desenvolvimento psicológico dá sentido à história e à crueldade que a personagem vem a apresentar.

O filme, com certeza, ficará marcado como o desabrochar de Lily James. A atriz, que foi parte do elenco de Downton Abbey, exibiu talento ao mostrar uma Cinderela com várias facetas - diferente da boa moça do desenho ou da menina bem humorada de Caminhos da Floresta. Aqui Ella sente raiva, desiste, é impulsiva, mas continua mantendo a coragem e a gentileza características da personagem original.

Reprodução/YouTube
O único defeito é que, ao tentar modernizar alguns pontos, o filme, ainda assim caiu em clichês. Depois da enfática frase de Elsa, em Frozen, sobre amor à primeira vista e casamentos apressados, dois pontos típicos dos contos de fadas; a Disney parece estar tentando correr disso e montar uma base para o relacionamento antes de um compromisso sério. Mas como é uma ideia nova, ainda precisa de alguns ajustes.

Para uma história ter final feliz, ela não precisa terminar em casamento - ainda mais um apressado. E já é hora de tirar esse estereótipo da mulher que precisa ser resgatada pelo príncipe. Durante a divulgação do filme, a atriz Lily James afirmou que Ella não seria uma donzela indefesa - e ela não é. Mas o príncipe ainda a vê dessa maneira, e tenta tomar as decisões por ela e forçá-la a aparecer. São pontos que podem, e devem, ser melhorados até o live action A Bela e A Fera.

Cinderela é um filme para toda a família, que com certeza vai se encantar com a beleza e magia da história. E, juntamente com Frozen: Febre Congelante, tem tudo para levar milhares aos cinemas e ser um sucesso de bilheteria. O curta é apenas um aquecimento para a sua sequência, e o longa é uma mostra perfeita da magia do universo Disney, capaz de recontar a mesma história diversas vezes e torná-la cada vez mais linda. 
Reprodução/Facebook Beauty and the Beast


Foi divulgada a data de estreia do live-action de A Bela e a Fera! O filme chega aos cinemas no dia 17 de março de 2017. 

O papel de Bela será de Emma Watson. O elenco também conta com nomes como Dan Stevens, interpretando Fera, Luke Evans como Gaston, Josh Gad como Le Fou, Emma Thompson interpretará Madame Samovar e Kevin Kline fará o pai de Bela, Maurice. A direção ficará ao cargo de Bill Condon e o roteiro será de Stephen Chbosky, que escreveu As Vantagens de Ser Invisível. 

O responsável pela trilha sonora será Alan Menken, que conquistou duas estatuetas do Oscar em 1991 com a animação de A Bela e a Fera. O live-action terá novas canções, feitas por Alan e Tim Rice, e novas gravações das canções originais. 


  Emma Watson foi a escolhida para interpretar a princesa Bela no live-action da Disney A Bela e A Fera. A eterna Hermione confirmou a notícia e festejou em seu Twitter sobre o papel afirmando que ele será essencial para seu crescimento. Ela conta também que já vai iniciar as preparações com aulas de canto.

  Há tempos foi divulgado que a produção desse live-action estava indo de vento e poupa, mas só agora que começaram a divulgar o elenco. O filme será baseado no estrondoso musical da Broadway que teve várias montagens de sucesso, inclusive no Brasil.

  O Claquete Pop amou essa notícia! *--* Segue abaixo o print do Twitter da Emma:







  Era uma vez num reino muito distante... Essa frase que marcou a infância e imaginação de todos se expande de uma maneira gigantesca e vai muito além do simples conto de fadas que conhecemos e partilhamos durante tantos anos. A adaptação francesa de A Bela e A Fera abrange relações e uma apreciação a narrativa psicológica que nos faz refletir e ter a conclusão de que, literalmente, o público alvo desse filme não são as crianças.

  Dirigido por Christophe Gans (Pacto com Lobos, 2003) o filme estrelado por Léa Seydoux (Azul é a Cor Mais Quente, 2013) e Vincent Cassel (Cisne Negro, 2010) possui uma maneira meio clichê de iniciar um filme sobre conto de fadas: uma mulher contando a história para duas crianças. Esse estranhamento (quanto ao clichê) se desfaz com o desfecho do longa que também vai além do simples “fechar o livro” e acabar a história.

  Depois de um naufrágio, o pai de Bela, que é um comerciante e mais cinco irmãos, perdem sua fortuna e vão morar num local ameno e rural. Apenas Bela se adaptou ao lugar. Na volta de uma viagem à cidade, o pai encontra um lindo palácio. Entra, bebe, come e pega uma rosa do jardim, quando o dono do local, a Fera (Vincent Cassel) o condena e diz que ele sobreviverá se trouxer alguém em seu lugar. Ao chegar em casa e contar aos filhos, Bela não pensa duas vezes e vai em direção ao castelo para proteger o pai. Chegando lá ela se depara com um local mágico e cheio de mistério. Percebendo a amargura da Fera, ela tenta descobrir sobre seu passado para entendê-lo e ajudá-lo enquanto seu ambicioso irmão planeja roubar as riquezas do castelo.

  A Bela e A Fera pode ser uma adaptação de exageros estéticos (sim, eles abusam dos efeitos especiais), mas que, com certeza, enchem os olhos com a beleza dos detalhes e o incrível trabalho da direção de arte, que trabalha muito bem os detalhes: figurino, locações e efeitos. Tudo é exagerado, o suficiente para nos fazer prestar mais atenção ao contexto geral da produção e não apenas na representação dos atores.

    Apesar de utilizarem muitos efeitos especiais, a adaptação não perde (e passou longe de perder) a característica principal do cinema francês: a valorização do diálogo. A história da Fera, mais especificamente, recebe um relevante foco e atenção. O roteiro do filme também é assinado por Christophe Gans juntamente com Sandra Vo-Ahn e fazem do filme tão grandioso quanto o conto original, escrito por Gabrielle-Suzane Barbot e publicado em 1740.










O recente sucesso de Malévola, filme com Angelina Jolie, que dominou as bilheterias no mundo inteiro, só comprova que a nova onda é revisitar os velhos contos de fadas,  e trazer uma aura mais obscura e adulta para o universo das princesas. A nova aposta da Disney agora é "A Bela e a Fera", filme que fez um enorme sucesso em forma de desenho animado em 1991.

Reinvenções de contos de fadas clássicos no formato live-action/animação (formato que mistura atores reais com animações digitais),  têm sido possíveis por conta do sucesso estrondoso de filmes como "Alice no País das Maravilhas", com Johnny Depp, em 2010,e "O Mágico de OZ", com Mila Kunis e dirigido por Sam Raimi.





A nova versão de "A Bela e a Fera" já tem diretor escalado. Bill Condon, que dirigiu filmes como Dreamgirls (2006), Kinsey - Vamos Falar de Sexo (2004), e ainda participou do roteiro do  premiado musical Chicago (2003),  pode trazer uma abordagem mais musical para a nova versão de "A Bela e Fera".

A produtora do filme, a "The Mouse House", ainda está desenvolvendo novas versões para "Mogli - O Menino Lobo", e "Cinderela". Vamos esperar que o resultado saia tão satisfatório quanto Malévola e cia.