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Há algumas semanas mencionei no Twitter que o ano de 2014 é da Eva Green. Isso foi logo após assistir a mais um episódio destruidor de Penny Dreadful, série de terror protagonizada pela bela francesa que hoje completa 34 aninhos. E não podíamos deixar o aniversário, de uma de nossas musas, passar em branco. Afinal, o ano é dela!

A carreira de Eva começou cedo em produções locais da França. Seu talento foi descoberto pelo mundo graças a Bertolucci, que se encantou pela atriz e colocou-a como estrela de seu filme Os Sonhadores. Na época, Eva estava na faixa dos 23 anos. Ainda jovem. Mas mostrando que tinha talento de gente grande. A produção conta uma história erótico-insana de jovens amantes do cinema e revolucionários.

 


De lá pra cá, Eva atuou em filmes e em séries de TV. Mas, só agora em 2014, a francesa ganhou a devida atenção do público, inclusive a minha. Ela protagonizou a continuação do filme 300, que, aliás, é uma completa bosta. E mesmo com um roteiro pífio, Eva tem uma atuação digna.


A atriz, então, começou a se destacar em Penny Dreadful. A série vem surpreendendo, pelo menos a mim, e Eva vem desempenhando uma atuação impecável. Ela, literalmente, incorpora outra pessoa.


 Em setembro, a atriz retorna às telonas em Sin City 2: A Dama Fatal. O filme nem estreou e já está dando o que falar. No mês passado, um cartaz de divulgação do filme, com Eva Green, foi proibido de circular nos EUA. Alegaram algo do tipo “sexy demais” (a primeira foto lá em cima)... Ainda bem que The Dreamers é uma produção europeia :p




Mas é isso. Esse é o ano da Eva. Hoje é o birthday dela. Que ela continue esbanjando talento e beleza por muitos anos!

Nosso rei do pop, Michael Jackson, nos deixou há exatos cinco anos, no dia 25 de junho de 2009 e aqui estamos para homenagear esta grande personalidade da música e cultura pop.

A vida do cantor sempre foi cercada de polêmicas, da mesma forma foi a sua morte onde até hoje existem dúvidas sobre o que realmente causou este fato (e até mesmo se ele aconteceu de verdade rsrs). O garoto que iniciou a carreira junto aos irmãos em 1969 no grupo "Jackson 5" conseguiu um sucesso totalmente inesperado na época para uma pessoa de cor negra e em um estilo musical pouco investido até então. Michael Jackson, seguiu com uma carreira solo, deixando pra trás os irmãos e os relatados maus tratos que sofria do pai, focando em novos grandes sucessos, criando também uma importância cada vez maior para  performances musicais com dança e videoclipes. Isso o tornou um ícone tão grandioso quanto o rei Elvis, recém falecido nos anos 80.

Os tempos de glória e calmaria na carreira do cantor, porém, não durariam muito já que no seu auge, em 1984, ele já precisou interromper diversos planos por conta de um acidente na gravação de um comercial, onde Michael teve queimaduras na cabeça. Após este fato, a mudança de coloração do cantor, as diversas plásticas realizadas no nariz e acusações de pedofilia conseguiram tornar sua vida em um inferno cada vez maior.

Nosso objetivo aqui, porém, não é focar nas polêmicas já tão debatidas do rei do pop, mas sim de homenageá-lo exibindo alguns de seus melhores momentos, seja em performance ou simplesmente em um acontecimento engraçado e feliz de sua vida. Bom, espero que curtam.


Performance icônica de Billie Jean

Esta é a performance mais clássica e certamente mais conhecida de Michael Jackson e, apesar de não querer trazer conteúdos genéricos do cantor nesta publicação, não tem como ignorar esse momento da carreira dele, onde ele cravou seu nome, sua música e sua dança de vez na cultura americana em 1983, no aniversário da Motown. Vamos apreciar novamente:



Michael e o diretor John Landis


Michael teve os seus dois mais grandiosos e conhecidos videoclipes "Thriller" e "Black or white" dirigidos pelo mesmo diretor, John Landis. Em videos de making of dos dois clipes e também no depoimento banhado a choros do diretor após a morte de Michael pode ser notado que havia uma relação bem fofa entre os dois.

Neste primeiro vídeo, temos o diretor exibindo pra todos as cócegas que o cantor possui embaixo dos pés:


Já neste, nos bastidores de Black or White, temos o cantor e o amigo ator mirim Macaulay Culkin planejando uma guerra de tortas contra o diretor.



Neverland

Aqui temos um ótimo vídeo do nosso rei se divertindo em seu rancho com Macaulay Culkin, a irmã Janet Jackson e outras crianças.



Homenagem Grammy

No 35º Grammy, em 1993, Michael foi homenageado pela premiação por todos os seus feitos na música. Foi um ótimo momento com a irmã Janet Jackson, onde o cantor aproveitou para falar sobre algumas de suas polêmicas da época. 



VMA 1995

Em 1995 tivemos mais uma performance antologica do cantor. Dessa vez, Michael apresentou um show de 15 minutos pro Video Music Awards da MTV cantando e dançando antigos e novos sucessos. Pra mim, o auge da apresentação está neste vídeo abaixo: 




30 anos de carreira

Nos 30 anos de carreira, em 2001, foram realizados dois concertos no Madison Square Garden homenageando Michael e com performances dele, que já não fazia shows desde 1997.
Com a participação de Whitney Houston, N'sync,
Britney Spears, Liza Minelli, Destiny's child, Usher, Slash e muitos outros, o concerto teve um peso emocional maior quando reuniu os Jackson 5 no palco. Vale a pena assistir. (Recomendo também todo o concerto.)




"Eu amo fazer turnê"

Em um especial de TV mais recente, Michael assumiu detestar a rotina de shows de uma turnê, toda a exaustão de ensaios, viagens e entrevistas nos países visitados. Após esse relato, o cantor é interrompido para que não falasse aquilo, que tentasse soar mais ameno em relação as turnês. Vamos ver essa engraçada cena.



Bom, pessoal. Acho que é isto. É claro que eu tô com uma vontade imensa de colocar muitos outros acontecimentos aqui mas tornaria a postagem gigantesca. Fica pro ano que vem então rsrs. Pra quem não se conformar e quiser mais do cantor, vale relembrar as 10 melhores músicas pouco conhecidas do astro, postadas anteriormente aqui no claquete.
Até mais pessoal!


  
  Participação mais que especial de Maria Eduarda Barbosa, marota da Equipe.

  Copa do Mundo, São João... É, o domingo realmente tá recheado de festividades. Já para o mundo do cinema, o que importa mesmo é que hoje é o dia de uma das maiores atrizes norte-americanas que já pisaram nesse mundinho de meu Deus. Sabe quem está completando 65 primaveras? Sim, a primeira-deusa do cinema hollywoodiano e recordista de indicações ao Oscar (18, vencendo 3 vezes, até agora): Meryl DIVA Streep. E não dá mesmo para deixar passar em branco o aniversário dessa mulher que é uma verdadeira camaleoa quando se trata da arte de encarnar papéis, sejam dramáticos ou cômicos, mulheres da realidade ou puramente nascidas na ficção. 








  
   
  Fortes, feministas, machistas, cantando e sambando na sociedade, com doenças terminais, chefes de família ou de revistas de moda (ou até mesmo de uma nação), mães zelosas ou miseráveis. Sim, meros mortais. Versatilidade, talento e perfeccionismo ditam os trabalhos da atriz. Na carreira, Meryl carrega consigo uma vasta filmografia com mais de 50 títulos, continuando na ativa e tem, pelo menos, três filmes em pós-produção. Vê-la atuando é uma das razões que nos deixam cada vez mais envolvidos e apaixonados pelo Cinema e para celebrar a data, selecionamos alguns filmes com ela que você não pode deixar de assistir.

Confira:

O Franco Atirador (1978)
Foi o primeiro grande papel de Streep no cinema e sua primeira indicação ao Oscar. O Franco-Atirador é um filme chave em sua carreira, mas não só por esse motivo. Nele, Meryl compartilhou cenas com seu então noivo, John Cazale (O Fredo Corleone em "O Poderoso Chefão"), que morreu de câncer em 1978, logo no fim das filmagens. Ela diz ter participado do filme unicamente para ficar com o ator o máximo de tempo possível, não estando especialmente interessada pela produção. "Eles precisavam de uma garota entre os dois caras, e fui eu."  A equipe sabia do diagnóstico, mas o ator decidiu terminar as cenas apesar de seu grave estado. Após a morte de Cazale, Meryl encarou o luto mergulhando no trabalho, até que seu irmão Harry quis apresentá-la a um de seus melhores amigos, Don Gummer, com quem se casou meses depois e estão juntos até hoje. O casal teve quatro filhos.



Manhattan (1979)
Sabe aquele momento quando alguém te pergunta quais são os seus filmes preferidos de Woody Allen? Manhattan certamente entrará na lista. E Meryl está no elenco. O filme conta a história de um escritor que novidade, interpretado por Woody Allen, que vive um período conturbado e de transição de relacionamentos. A sua ex-mulher o deixou por outra e ele está apaixonado por uma garota de 17 anos, mas, então, começa a se sentir atraído por uma pessoa mais madura - a amante do seu melhor amigo casado.



Kramer vs. Kramer (1979)
Com roteiro baseado no romance homônimo de Avery Corman, o filme conta a história do divórcio de Ted (Dustin Hoffman) e Joanna (Streep), relatando seu impacto sobre a vida dos envolvidos, com foco nas nuances da briga judicial pela guarda do filho do ex-casal, Billy (Justin Henry). O filme foi sucesso de crítica e público, recebendo vários prêmios e os Oscars de Melhor Filme, Melhor Diretor para Robert Benton, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator para Dustin Hoffman e o primeiro Oscar de Meryl, como Melhor Atriz Coadjuvante. Os atores contribuíram de maneira significativa no roteiro, com Meryl redigindo o discurso que fez na cena do julgamento por sugestão do diretor, depois dela ter comentado que não estava satisfeita com o discurso que constava no roteiro original e Dustin Hoffman, que tinha acabado de se separar, contribuindo com muitos momentos pessoais e diálogos no filme. O diretor chegou a sugerir que seu nome constasse nos créditos do filme como roteirista, mas o ator recusou.



A Escolha de Sofia (1982)
Trata do dilema de "Sofia", uma mãe polonesa, filha de pai anti-semita, presa num campo de concentração durante a Segunda Guerra e que é forçada por um soldado nazista a escolher um de seus dois filhos para ser morto. Se ela se recusasse a escolher um, ambos seriam mortos. Essa história dramática é contada em 1947 ao jovem "Stingo", um aspirante a escritor e que vai morar no Brooklyn, na casa de "Yetta Zimmerman", onde ele acaba tendo Sofia como sua vizinha. Meryl faturou mais um Oscar, o primeiro como Melhor Atriz.



Entre Dois Amores (1985)

Teve Meryl Streep como a escritora dinamarquesa Karen Blixen e foi co-estrelado por Robert Redford. Para o filme, o diretor Sydney Pollack não considerava a atriz por acha-la pouco sexy para a personagem. A opção original era Audrey Hepburn. Determinada, Meryl foi num encontro com o diretor usando um sutiã com enchimento e um decote, conseguindo o papel. 






As pontes de Madison (1995)
Esse clássico protagonizado por Eastwood e Streep conta a história do experiente e viajado fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid (Clint Eastwood), e uma típica dona-de-casa do Iowa, Francesca Johnson (Meryl Streep). Ambos procuram não virar suas vidas de cabeça para baixo, até o encontro que os colocam em uma escolha difícil: Viver o único e grande amor que acontece entre eles ou seguir suas vidas de maneira segura como assim já faziam? São quatro dias de intensidade, escolhas e consequências em pleno verão de 1965, nos EUA. Meryl Streep recebeu sua décima indicação ao Oscar pela performance e Eastwood produziu e dirigiu a obra. 



Adaptação (2002)
Produção que mistura realidade e ficção, do ótimo Spike Jonze. Charlie Kaufman (Nicolas Cage), vive um inusitado escritor com péssima autoestima e dificuldades de relacionamento, que escreve por inspiração. Seu irmão gêmeo, Donald, vive sua vida com ousadia, sem medo de errar ou parecer ridículo. Charlie escreve sobre Susan (Meryl Streep), que, por sua vez, escreve sobre a vida e sobre John Laroche (Chris Cooper), um ambientalista fanfarrão com delírios de grandeza, que tem como meio de vida roubar mudas de plantas ameaçadas de extinção nos pântanos da Flórida. Quatro histórias que seguiriam paralelas, não fosse o desespero de Charlie em conseguir entregar seu roteiro...







O Diabo veste Prada (2006)
A “vilã” do filme caiu nas graças do público graças à brilhante interpretação de Meryl Streep. A mulher “gelo”, poderosa e dominadora, Miranda Priestly, é até hoje lembrada com grande carinho e reconhecimento por todos, fazendo Meryl receber sua 14ª indicação ao Oscar e vencer o Globo de Ouro pelo papel. O Diabo veste Prada é um filme tipicamente comercial e divertido, sendo o maior sucesso de bilheteria da carreira de Meryl até o lançamento do próximo filme dessa lista. Méritos para as atuações de Anne Hathaway e Emily Blunt.



Mamma Mia! (2008) 
Dirigido por Phyllida Lloyd, o filme é uma adaptação do musical da Broadway com canções do grupo sueco ABBA. Maior sucesso comercial da atriz e co-estrelado por Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, Meryl interpreta uma mãe solteira cuja filha, prestes a se casar, nunca conheceu o pai. A garota convida três prováveis pais para seu casamento em uma pacata ilha grega. Sucesso instantâneo, Mamma Mia! arrecadou US$602,6 milhões, o maior valor entre os musicais de todos os tempos.




Dúvida (2008) 
No mesmo ano que Mamma Mia!, ao lado de Philip Seymour Hoffman, Amy Adams e Viola Davis, Meryl encara um drama que se desenvolve ao redor de sua personagem, uma freira que dirige uma escola católica no Bronx em 1964, e encontra indícios de pedofilia praticada por um padre (Hoffman). O ótimo "Dúvida" teve moderado sucesso de bilheteria, mas foi descrito pela crítica como um dos melhores de 2008. Meryl foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro pelo filme.



A Dama de Ferro (2011)
A cinebiografia de Margaret Thatcher não é das melhores, bem sonolenta aliás. Mas rendeu a Meryl o terceiro Oscar de sua carreira. Afinal, a atuação da Dama de Ferro foi impecável, sem falar da maquiagem.

Álbum de Família (2013)
Este é o último filme da Meryl que entrou no circuito- fiquem calmos que vem muitos outros por aí- e se trata de uma dramédia (um misto de comédia e drama). Álbum de Família conta também com a excelente atuação de Julia Roberts, como uma das filhas de Meryl na trama. Ambas foram indicadas ao Oscar 2014. No filme, Meryl é a grande matriarca de uma família desunida, que, após uma tragédia, precisam se reunir. A partir daí, segredos são revelados, outros ocultados e muitos mas muito mesmo pratos são quebrados.


  Tem muita produção da Meryl vindo pela frente, para nossa alegria. Uma delas é o filme para HBO, dirigido pelo diretor Mike Nichols, onde Meryl viverá o papel da cantora lírica Maria Callas. Baseado na obra de teatro "Master class", de Terrence McNally, o filme será centrado na época em que a grande soprano era professora na escola Juilliard, de Nova York. Nós esperamos que Meryl continue trabalhando por mais 65 anos, conquistando ainda mais fãs com sua simpatia e talento, contribuindo para o Cinema e influenciando toda uma geração de amantes da Sétima Arte.