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Interestelar, a nova ficção científica estrelada pelo vencedor do Oscar Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas, True Detective), ganhou um novo trailer, que foi visto pela primeira vez durante a Comic-Con 2014, e liberado hoje (30) na internet.

O filme, dirigido por Christopher Nolan (Batman- O Cavaleiro das Trevas, A Origem),  conta a história de um grupo de cientistas que descobrem um buraco de minhoca, e embarcam em uma viagem espacial com o objetivo de salvar a vida no planeta.

Interestelar também é estrelado por Michael Caine, Jessica Chastain, e Anne Hathaway. E chega aos cinemas no dia 6 de novembro, um dia antes da estreia americana.

Para ver o trailer em tela cheia, clique duas vezes no vídeo:

Trailer 1 legendado
  
  Participação mais que especial de Maria Eduarda Barbosa, marota da Equipe.

  Copa do Mundo, São João... É, o domingo realmente tá recheado de festividades. Já para o mundo do cinema, o que importa mesmo é que hoje é o dia de uma das maiores atrizes norte-americanas que já pisaram nesse mundinho de meu Deus. Sabe quem está completando 65 primaveras? Sim, a primeira-deusa do cinema hollywoodiano e recordista de indicações ao Oscar (18, vencendo 3 vezes, até agora): Meryl DIVA Streep. E não dá mesmo para deixar passar em branco o aniversário dessa mulher que é uma verdadeira camaleoa quando se trata da arte de encarnar papéis, sejam dramáticos ou cômicos, mulheres da realidade ou puramente nascidas na ficção. 








  
   
  Fortes, feministas, machistas, cantando e sambando na sociedade, com doenças terminais, chefes de família ou de revistas de moda (ou até mesmo de uma nação), mães zelosas ou miseráveis. Sim, meros mortais. Versatilidade, talento e perfeccionismo ditam os trabalhos da atriz. Na carreira, Meryl carrega consigo uma vasta filmografia com mais de 50 títulos, continuando na ativa e tem, pelo menos, três filmes em pós-produção. Vê-la atuando é uma das razões que nos deixam cada vez mais envolvidos e apaixonados pelo Cinema e para celebrar a data, selecionamos alguns filmes com ela que você não pode deixar de assistir.

Confira:

O Franco Atirador (1978)
Foi o primeiro grande papel de Streep no cinema e sua primeira indicação ao Oscar. O Franco-Atirador é um filme chave em sua carreira, mas não só por esse motivo. Nele, Meryl compartilhou cenas com seu então noivo, John Cazale (O Fredo Corleone em "O Poderoso Chefão"), que morreu de câncer em 1978, logo no fim das filmagens. Ela diz ter participado do filme unicamente para ficar com o ator o máximo de tempo possível, não estando especialmente interessada pela produção. "Eles precisavam de uma garota entre os dois caras, e fui eu."  A equipe sabia do diagnóstico, mas o ator decidiu terminar as cenas apesar de seu grave estado. Após a morte de Cazale, Meryl encarou o luto mergulhando no trabalho, até que seu irmão Harry quis apresentá-la a um de seus melhores amigos, Don Gummer, com quem se casou meses depois e estão juntos até hoje. O casal teve quatro filhos.



Manhattan (1979)
Sabe aquele momento quando alguém te pergunta quais são os seus filmes preferidos de Woody Allen? Manhattan certamente entrará na lista. E Meryl está no elenco. O filme conta a história de um escritor que novidade, interpretado por Woody Allen, que vive um período conturbado e de transição de relacionamentos. A sua ex-mulher o deixou por outra e ele está apaixonado por uma garota de 17 anos, mas, então, começa a se sentir atraído por uma pessoa mais madura - a amante do seu melhor amigo casado.



Kramer vs. Kramer (1979)
Com roteiro baseado no romance homônimo de Avery Corman, o filme conta a história do divórcio de Ted (Dustin Hoffman) e Joanna (Streep), relatando seu impacto sobre a vida dos envolvidos, com foco nas nuances da briga judicial pela guarda do filho do ex-casal, Billy (Justin Henry). O filme foi sucesso de crítica e público, recebendo vários prêmios e os Oscars de Melhor Filme, Melhor Diretor para Robert Benton, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator para Dustin Hoffman e o primeiro Oscar de Meryl, como Melhor Atriz Coadjuvante. Os atores contribuíram de maneira significativa no roteiro, com Meryl redigindo o discurso que fez na cena do julgamento por sugestão do diretor, depois dela ter comentado que não estava satisfeita com o discurso que constava no roteiro original e Dustin Hoffman, que tinha acabado de se separar, contribuindo com muitos momentos pessoais e diálogos no filme. O diretor chegou a sugerir que seu nome constasse nos créditos do filme como roteirista, mas o ator recusou.



A Escolha de Sofia (1982)
Trata do dilema de "Sofia", uma mãe polonesa, filha de pai anti-semita, presa num campo de concentração durante a Segunda Guerra e que é forçada por um soldado nazista a escolher um de seus dois filhos para ser morto. Se ela se recusasse a escolher um, ambos seriam mortos. Essa história dramática é contada em 1947 ao jovem "Stingo", um aspirante a escritor e que vai morar no Brooklyn, na casa de "Yetta Zimmerman", onde ele acaba tendo Sofia como sua vizinha. Meryl faturou mais um Oscar, o primeiro como Melhor Atriz.



Entre Dois Amores (1985)

Teve Meryl Streep como a escritora dinamarquesa Karen Blixen e foi co-estrelado por Robert Redford. Para o filme, o diretor Sydney Pollack não considerava a atriz por acha-la pouco sexy para a personagem. A opção original era Audrey Hepburn. Determinada, Meryl foi num encontro com o diretor usando um sutiã com enchimento e um decote, conseguindo o papel. 






As pontes de Madison (1995)
Esse clássico protagonizado por Eastwood e Streep conta a história do experiente e viajado fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid (Clint Eastwood), e uma típica dona-de-casa do Iowa, Francesca Johnson (Meryl Streep). Ambos procuram não virar suas vidas de cabeça para baixo, até o encontro que os colocam em uma escolha difícil: Viver o único e grande amor que acontece entre eles ou seguir suas vidas de maneira segura como assim já faziam? São quatro dias de intensidade, escolhas e consequências em pleno verão de 1965, nos EUA. Meryl Streep recebeu sua décima indicação ao Oscar pela performance e Eastwood produziu e dirigiu a obra. 



Adaptação (2002)
Produção que mistura realidade e ficção, do ótimo Spike Jonze. Charlie Kaufman (Nicolas Cage), vive um inusitado escritor com péssima autoestima e dificuldades de relacionamento, que escreve por inspiração. Seu irmão gêmeo, Donald, vive sua vida com ousadia, sem medo de errar ou parecer ridículo. Charlie escreve sobre Susan (Meryl Streep), que, por sua vez, escreve sobre a vida e sobre John Laroche (Chris Cooper), um ambientalista fanfarrão com delírios de grandeza, que tem como meio de vida roubar mudas de plantas ameaçadas de extinção nos pântanos da Flórida. Quatro histórias que seguiriam paralelas, não fosse o desespero de Charlie em conseguir entregar seu roteiro...







O Diabo veste Prada (2006)
A “vilã” do filme caiu nas graças do público graças à brilhante interpretação de Meryl Streep. A mulher “gelo”, poderosa e dominadora, Miranda Priestly, é até hoje lembrada com grande carinho e reconhecimento por todos, fazendo Meryl receber sua 14ª indicação ao Oscar e vencer o Globo de Ouro pelo papel. O Diabo veste Prada é um filme tipicamente comercial e divertido, sendo o maior sucesso de bilheteria da carreira de Meryl até o lançamento do próximo filme dessa lista. Méritos para as atuações de Anne Hathaway e Emily Blunt.



Mamma Mia! (2008) 
Dirigido por Phyllida Lloyd, o filme é uma adaptação do musical da Broadway com canções do grupo sueco ABBA. Maior sucesso comercial da atriz e co-estrelado por Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, Meryl interpreta uma mãe solteira cuja filha, prestes a se casar, nunca conheceu o pai. A garota convida três prováveis pais para seu casamento em uma pacata ilha grega. Sucesso instantâneo, Mamma Mia! arrecadou US$602,6 milhões, o maior valor entre os musicais de todos os tempos.




Dúvida (2008) 
No mesmo ano que Mamma Mia!, ao lado de Philip Seymour Hoffman, Amy Adams e Viola Davis, Meryl encara um drama que se desenvolve ao redor de sua personagem, uma freira que dirige uma escola católica no Bronx em 1964, e encontra indícios de pedofilia praticada por um padre (Hoffman). O ótimo "Dúvida" teve moderado sucesso de bilheteria, mas foi descrito pela crítica como um dos melhores de 2008. Meryl foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro pelo filme.



A Dama de Ferro (2011)
A cinebiografia de Margaret Thatcher não é das melhores, bem sonolenta aliás. Mas rendeu a Meryl o terceiro Oscar de sua carreira. Afinal, a atuação da Dama de Ferro foi impecável, sem falar da maquiagem.

Álbum de Família (2013)
Este é o último filme da Meryl que entrou no circuito- fiquem calmos que vem muitos outros por aí- e se trata de uma dramédia (um misto de comédia e drama). Álbum de Família conta também com a excelente atuação de Julia Roberts, como uma das filhas de Meryl na trama. Ambas foram indicadas ao Oscar 2014. No filme, Meryl é a grande matriarca de uma família desunida, que, após uma tragédia, precisam se reunir. A partir daí, segredos são revelados, outros ocultados e muitos mas muito mesmo pratos são quebrados.


  Tem muita produção da Meryl vindo pela frente, para nossa alegria. Uma delas é o filme para HBO, dirigido pelo diretor Mike Nichols, onde Meryl viverá o papel da cantora lírica Maria Callas. Baseado na obra de teatro "Master class", de Terrence McNally, o filme será centrado na época em que a grande soprano era professora na escola Juilliard, de Nova York. Nós esperamos que Meryl continue trabalhando por mais 65 anos, conquistando ainda mais fãs com sua simpatia e talento, contribuindo para o Cinema e influenciando toda uma geração de amantes da Sétima Arte.






No último dia 14,  223 estudantes foram sequestradas de um colégio interno localizado no norte da Nigéria pelo grupo radical islâmico Boko Haram (expressão que significa "a educação não islâmica é pecado"), que diz ser contra a educação ocidental das mulheres no país. "Eu sequestrei as suas filhas e vou vendê-las no mercado, em nome de Deus", palavras difundidas em um vídeo pelo líder Abubakar Shekau. Os pais das jovens e várias organizações deram início a uma ampla campanha, exigindo um maior envolvimento do governo nigeriano na busca e no resgate das garotas, mas também tratando de mobilizar países como os Estados Unidos, França, Reino Unido e China para apoiar à causa. 

A onda de protestos em Nova York, Los Angeles, Londres e a chuva de críticas aos responsáveis e ao governo nigeriano (por seu aparente desinteresse no caso) que acontece nas redes sociais também afetaram celebridades como a atriz Anne Hathaway, que ao lado do marido, Adam Schulman, se uniu a um grupo de manifestantes que protestavam contra o sequestro das garotas na última quinta, dia 8. A atriz usou um megafone e segurou durante o protesto cartazes com as mensagens "Devolva as nossas meninas" e "Ajude a Nigéria" nas ruas de Los Angeles, EUA.

A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama se manifestou com depoimentos e também nas suas redes sociais.














Madonna, Alicia Keys, Cara Delevingne, Ellen Degeneres, Leona Lewis, Amy Poehler, Emma Watson e diversos outros artistas estão apoiando com a #BringBackOurGirls (tragam de volta as nossas meninas). A tag já foi utilizada mais de 1,7 milhões de vezes no Twitter. 

Amy Poehler

Emma Watson Foto: Reprodução/Instagram @bringbackourgirls
















Inicialmente o número de sequestradas era de 276, mas 53 delas conseguiram escapar e contaram que os terroristas as transportaram em caminhões até uma zona próxima a Camarões, onde as obrigaram a cozinhar para eles. Segundo depoimentos compilados pela France Press, algumas já estariam sendo vendidas por 12 dólares em regiões das fronteiras com o Chade e Camarões. A atriz Angelina Jolie desabafou sobre o caso: "Estes homens pensam que podem abusar destas meninas desta forma, vendê-las, estuprá-las, considerá-las como se fossem sua propriedade, porque muitos fizeram o mesmo no passado sem serem punidos", disse a estrela de “Malévola” ao canal de televisão britânico Sky News. Ela estava em Londres para o lançamento da nova produção da Disney desde o dia 6.


A atriz é embaixadora da boa vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e deve presidir ao lado do secretário de Relações Exteriores britânico, William Hague, a "Cúpula Mundial para o fim das violências sexuais em conflitos" em Londres, de 10 a 13 de junho. "Uma das coisas pelas quais nós trabalhamos incessantemente é não só fazer tudo o que for possível para levar essas meninas de volta para suas casas, mas fazer com que crimes como este não se reproduzam", declarou. A reunião, apresentada pelo Foreign Office como a mais importante já organizada sobre o tema, reunirá representantes de governos, ONGs, especialistas militares e jurídicos, assim como membros da sociedade civil.

MAIS DETALHES DO CASO: Desde que a polícia matou em 2009 o líder do Boko Haram, Mohammed Yousef, os radicais mantêm uma barbárie que já contabilizou mais de 4 mil mortos em ataques e atentados, sendo considerados atualmente o grupo mais sanguinário que opera na África. O Boko Haram busca a aplicação da “sharia” (lei islâmica) em todo o país e o abandono da educação ocidental. A Nigéria é um país de maioria muçulmana no norte e predominantemente cristã no sul.

Os membros de Chibok, cidade onde surgiu o grupo extremista, é composta em sua maioria por agricultores, que decidiram ignorar as ameaças dos terroristas e escolarizar suas filhas no único instituto de ensino público existente no local. A polícia da Nigéria ofereceu uma recompensa de 50 milhões de nairas (cerca de US$ 300 mil, ou R$ 669 mil) para quem souber informações verídicas sobre o paradeiro das meninas. Com 170 milhões de habitantes integrados em mais de 200 grupos tribais, a Nigéria sofre múltiplas tensões por suas profundas diferenças políticas, religiosas e territoriais.

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