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Por Esdras Castiliano

Quando soube que Fargo, filme dos Irmãos Coen de 1996, seria adaptado para a televisão, fiquei ansioso - mas não demorou para que eu também ficasse preocupado devido ao grande número de séries baseadas em filmes e que parecem ficar limitadas à obra inicial. Porém, com Fargo foi diferente. Apesar de todos os elementos essenciais estarem lá, a série ultrapassou e se firmou com tamanha propriedade apoteótica. O nome genial por trás disso é Noah Hawley, criador da série de TV.

 Mas esse texto não é sobre ele e nem sobre o filme, é sobre um aspecto que chamou minha atenção desde o início da série: os títulos dos episódios, com ênfase na segunda temporada. Se esse aspecto, que muitas vezes acrescenta uma enorme carga de profundidade, conquistou você em séries como Breaking Bad e Six Feet Under, Fargo é um prato cheio. Os nomes dos episódios variam entre ensinamentos budistas, ensaios filosóficos, títulos de obras, anedotas, parábolas, paradoxos e enigmas.




Na primeira temporada, isso ocorre de uma maneira mais branda, como uma forma de introduzir diálogos e sequências vistas ao longo da temporadas, mas sem pertencer majoritariamente a um eixo temático específico. Não pretendendo me estender aqui, vou apenas demonstrar com dois dos meus exemplos preferidos:

1x1 - The Crocodile's Dilemma: Lorne Malvo deixa Lester Nygaard numa posição insustentável

O Dilema do Crocodilo

"Um crocodilo rouba uma criança. Quando a mãe reclama, o crocodilo faz a seguinte proposta: “devolverei a sua criança se você adivinhar corretamente se eu a devolverei ou não”. A mãe responde: “Você não vai devolver a minha criança”. O que o crocodilo deve fazer? Se ele devolver então não pode devolver, pois a mãe errou. Mas, se o crocodilo não devolver então tem que devolver, pois a mãe adivinhou corretamente".

1x7 - A Fox, a Rabbit, and a Cabbage: O desencontro dos personagens

O Problema do Fazendeiro: Uma Raposa, um Coelho e um Repolho.

Era uma vez um fazendeiro que foi ao mercado e comprou uma raposa, um coelho e um repolho. No caminho para casa, o fazendeiro chegou à margem de um rio e arrendou um barco. Mas, na travessia do rio por barco, o agricultor poderia levar apenas a si mesmo e uma única compra. Se fossem deixados sozinhos em uma mesma margem, a raposa comeria o coelho, e o coelho comeria o repolho.

O desafio do fazendeiro é atravessar a si mesmo e as suas compras para a margem oposta do rio, deixando cada compra intacta. Como ele fará isso?

É na segunda temporada onde as coisas realmente esquentam e Noah Hawley se desgarra do que o prendia. Eleva Fargo ao nível cinematográfico mais extremo. Aqui, Hawley expõe suas influências do Absurdismo, filosofia onde "O Absurdo se refere ao conflito entre a tendência humana de buscar significado inerente à vida e a inabilidade humana para encontrá-lo". Também encontramos nuances de Existencialismo, Surrealismo e Niilismo. Albert Camus, Franz Kafka e Søren Kierkegaard andaram lado a lado com Fargo.

Assim como no filme, no início de cada episódio a série avisa: "Está é uma história real", mas sabemos que isso é uma afirmação que, de fato, não é verdadeira. Apesar de conter elementos reais, a história é ficcional. Entretanto, parafraseado Beleza Americana (1999): look closer. Se olharmos mais de perto, é uma história real. Fargo é uma alegoria sobre a humanidade.



A segunda temporada começa com uma dupla referência:

2x1- Waiting for Dutch:

Dutch era um apelido para Ronald Reagan. Reagan disse também que seu pai lhe deu o apelido por causa do corte popular do "Dutch Boy".

Também é uma referência ao filme Raising Arizona (1987) dos Irmãos Coen. O personagem de Nicholas Cage, H.I. McDunnough, diz: "Melhor apressar, estou em Dutch com a esposa." Dutch é usado como gíria para problemas aqui.

O segundo episódio "2x2 - Before the Law" é uma referência direta a uma parábola contida no livro O Processo (1919) de Franz Kafka.

Mesmo não sendo o foco do texto, não posso deixar de comentar sobre a utilização da música The Eve of The War lançada em 1998 Jeff Wayne, que é uma releitura da obra Guerra dos Mundos (1898) de H. G. Wells. A narração inicial da música é incorporada ao próprio episódio, fantástico.

Albert Camus, em pleno cenário de guerra, pública seu ensaio sobre o absurdo em 1942, denominado "O Mito de Sísifo", que dá nome ao terceiro episódio "2x3 - The Myth of Sisyphus". A criação do absurdo e Sísifo:

"Todas essas vidas conservadas no ar rarefeito do absurdo não se saberiam sustentar sem algum pensamento profundo e constante que as anima com sua força. Mesmo esta só pode ser um singular sentimento de fidelidade. Viram-se homens conscientes desempenhar sua tarefa em meio às mais estúpidas guerras sem se acreditarem numa contradição. É que se tratava de não se esquivar a nada. Há, desse modo, uma felicidade metafísica a sustentar a absurdidade do mundo. A conquista ou o jogo, o amor inumerável, a revolta absurda são homenagens que o homem presta à sua dignidade numa campanha em que ele está antecipadamente vencido. (...) O desprezo pelos deuses, o ódio à Morte e a paixão pela vida lhe valeram esse suplício indescritível em que todo o ser se ocupa em não completar nada."

2x4 - Fear and Trembling:

Fargo, além de referenciar O Homem que Não Estava Lá (2001) dos Irmãos Coen, segue uma linha parecida com Watchmen (1986) de Alan Moore, ao parodiar os "Arquitetos do Medo", onde um grupo de cientistas, querendo finalizar a Guerra Fria, forjou um prelúdio de uma invasão extraterrestre. Considerando que isso acabaria com as divergências entre dois grupos - o que pode ser facilmente associado aos dois grupos que estão em grande combate na segunda temporada de Fargo - os cientistas acreditavam que tanto a URSS, quanto os Estados Unidos, se uniriam para combater esse mesmo inimigo. E, para finalizar, o nome do episódio é Fear and Trembling, que também é um ensaio publicado em 1843 de Søren Kierkegaard, filósofo dinamarquês, sendo umas da raízes para a explanação das teorias por Albert Camus.

É surpreendente quando lá na frente, a série revela, mesmo que de forma mínima, que as naves espaciais - talvez o maior elemento ficcional usado na série - eram, na verdade, helicópteros. Assim como na primeira temporada os "peixes voadores" foram parte de um fenômeno envolvendo um furacão, algo só revelado mais na frente. Eu me pergunto qual seria a interpretação de Noah Hawley para aquele acontecimento inesperado do filme Magnólia (1999) de Paul Thomas Anderson.



2x5 - The Gift of the Magi:

O Presente dos Magos (1905), conto de O. Henry, em resumo, conta a seguinte história:

"Mr. James Dillingham e sua esposa, Della, são um casal que vivem em um apartamento modesto. Eles têm apenas duas posses das quais se orgulham: ela, um cabelo longo, quase na altura dos joelhos e ele, um relógio de ouro, que pertenceu ao seu pai e anteriormente ao seu avô.

Na Véspera de Natal, com apenas $1.87 nos bolsos e desesperada para encontrar um presente para Jim, Della vende seu cabelo por $20 para uma cabeleireira chamada Madame Sofronie. Assim, ela compra uma corrente para o relógio de Jim por $21. Satisfeita com o presente perfeito para o marido, Della vai até a sua casa e começa a preparar costeletas de porco para o jantar.

Às 7 horas, Della se senta na mesa perto a porta, esperando Jim chegar em casa. Excepcionalmente tarde, Jim entra e se depara imediatamente com o olhar de Della, que tinha orado para que ela estivesse bonita para o marido. Della admite a Jim que vendeu o seu cabelo para lhe comprar o seu presente. Jim dá a esposa seu presente - diversos acessórios de cabelos caros (referidos como "Os Pentes"), que são inúteis agora que seu cabelo está curto. Della, em seguida, mostra a Jim a corrente que comprou a ele, porém o marido diz que vendeu o relógio para conseguir comprar os acessórios. Embora, Jim e Della não possam usar seus presentes, eles percebem o quão longe estão dispostos a ir para mostrar o amor que sentem um pelo outro e como inestimável o amor deles é".

É isso que consigo ver quando penso em Ed e Peggy, protagonistas da segunda temporada. Segundo um amigo chamado Paulo S. através do Banco de Séries, site que postei as análises individualmente : "Entre tantos momentos incômodos e situações críticas, vemos que eles buscam o melhor de si neles mesmos. Eles são pessoas de boa índole e caráter, e não há nada mais primoroso que ver o amor e a confiança que um nutre pelo o outro, nos mais pesares das situações. Parece clichê, mas não é".

Não se contendo aos aspectos da Literatura do Absurdo, Fargo traz também o Teatro do Absurdo com referência a uma peça chamada "Rhinoceros" (1960) de Ionesco e o poema surrealista "Jabberwocky" (1871) de Lewis Carroll em "2x6 - Rhinoceros".

Ao pesquisar sobre a peça "Rinoceronte", encontrei esse texto que resume um pouco a obra:

"De modo inesperado, sem mais nem menos, um rinoceronte surge na praça de uma cidade indefinida. Todos se surpreendem, mas a vida continua. Então aparecem outros rinocerontes. O burburinho ganha vulto. Seria uma ilusão? Teriam vindo da África ou da Ásia? Seriam unicórnios ou bicórnios? Uma senhora diz que está sendo seguida por um desses bichos enormes. Os bombeiros descobrem que, na verdade, o animal era o marido dela, metamorfoseado em rinoceronte. Não tarda e quase toda a cidade se vê vítima da "rinoceronite", a doença que transforma seres humanos em animais selvagens. Todos passam a apreciar a moda de ser rinoceronte. Estranho seria o aspecto humano".



2x7 - Did You Do This? No, You Did It!

Aqui, aparentemente, temos a referência mais simples da segunda temporada. Uma anedota:

Um oficial nazista ao ver a pintura "Guernica" perguntou a Picasso:

- Você fez isso?

E então Picasso respondeu:

- Não, você fez isso!

2x8 - Loplop:

Loplop é uma personagem semelhante a uma ave que aparece nas obras de Max Ernst. Tratava-se também de um alter ego que o autor desenvolveu. Isso explica bastante a cena em que a Peggy está conversando com um, também, possível alter ego.

Nessa temporada, as referências aos filmes dos Irmãos Coen triplicaram, chegando até mesmo a ter planos iguais aos de Onde os Fracos Não Tem Vez (2007). Há uma cena nesse episódio que também se passa numa lojinha ao fundo de um posto e está tudo lá: a tensão, o fechamento dos ângulos, os sons diegéticos, as cordas simulando enforcamento e, dessa vez, com o incremento de armas alimentando a sensação de claustrofobia. Espetacular!

O Castelo (1926) de Franz Kafka é uma obra inacabada, lançada post-mortem e bastante estudada por Albert Camus para incrementar suas teorias quanto ao Absurdo. Essa obra dá nome ao nono episódio da segunda temporada "2x9 - The Castle", narrado pelo Lester Nygaard, protagonista da primeira temporada.

O Castelo conta a história de K. que é chamado por um conde de um local não especificado para prestar seus serviços. Contudo, por mais que tente, não consegue entrar no castelo, ficando na vila de fora do castelo ao longo da narração e caindo na rotina. Albert Camus revela que K. não consegue encontrar respostas para suas interrogações humanas, perante um mundo em silêncio. Estaria ai, então, a sua crise existencial, pois através deste absurdo, não há a possibilidade de revoltar-se com o mundo, já que ao mesmo tempo que vai tomando conhecimento desta realidade, o personagem percebe que foi completamente absorvido pela rotina. Existe também uma versão que diz que o castelo seria o inconsciente de K. e a vila sua consciência.

As interpretações são muitas, ao meu ver, esse seria o castelo que Hanzee tenta adentrar. É gerada uma grande inconformidade, algo que Hanzee Dent vem personificando desde o começo da segunda temporada, o que não é incomum nas obras que os Irmãos Coen se envolvem, pois também não há como esquecer do icônico Daniel Chigurh e sua personificação da violência, morte e destino.



É com "2x10 - Palindrome" que Fargo encerra seu ensaio sobre a comédia de erros, que é a vida. Mas às vezes, alguns acertos também. Fargo é um desses acertos.

Um palíndromo é uma palavra, frase ou qualquer outra sequência de unidades que tenha a propriedade de poder ser lida tanto da direita para a esquerda como da esquerda para a direita. Fargo é esse ciclo de violência que se repete; É a pá vermelha sendo retirada da neve, seja no passado, presente ou futuro.

A Comédia de Erros do Ser Humano

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16/02/2017
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Fargo, The Affair, American Horror Story, How to Get Away With Murder, Penny Dreadful, Orphan Black, Mr. Robot e por aí vai a lista infinita de séries atrasadas. Não é novidade que vivemos a era de ouro da televisão. São histórias cada vez mais profundas e bem construídas. São atores do cinema migrando para a televisão. São as plataformas de exibições streaming conquistando cada vez mais assinantes. São tantos exemplos válidos pra argumentar sobre a era de ouro da TV que resumo apenas nestes.

Minha intenção aqui é fazer um simples desabafo nesse mundo pós-moderno onde o mal de século é correr contra o tempo e não ter tempo pra nada (ou pelo menos achar que não tem). Cada semestre é uma jorrada de séries boas estreando e você fica sem conhecê-las, ou não consegue tempo para vê-las. Isso sem falar na Netflix que resgata ótimas séries e coloca em seu serviço como Lost e Buffy, programas que eu não acompanhava direito, mas que passei a ver. Afinal, são duas obras primas que precisam ser vista por todos, aliás.

Junto às séries, vem os livros, os filmes, todos também atrasados. Aquela saída pra colocar o papo em dia com o amigo, as demandas do trabalho, da faculdade, enfim, chega uma hora que você joga as séries pro alto e as deixa em atraso. Ano que vem já tem novas séries programadas em que aposto alto pela qualidade, como Vinyl (HBO), de Martin Scorsese e Mick Jagger, sem falar na Netflix que aumenta sua produção cada vez mais. E, cá entre nós, praticamente todo conteúdo original do serviço tem uma ótima qualidade, com exceção de alguns programas tipo Um Drink no Inferno que foi uma decepção pra mim e, ao mesmo tempo, um alívio. “Ufa, menos uma pra acompanhar”.

O que acaba acontecendo é que muitas vezes ficamos presos ao mundo das séries para ficar por dentro de tudo e o prazer de assistir pode se tornar uma obrigação. Meu objetivo até o fim do ano (até quinta-feira melhor dizendo) é terminar Fargo e The Affair. Até que ponto eu faço isso por prazer ou por obrigação de estar com as séries em dia? Nem eu sei responder. Sem falar naquela série que todo mundo fala bem, mas nunca vi e quero ver, que é The Leftlovers (HBO). Aliás, dois famosos sites elegeram a segunda temporada como a melhor do ano, tornando-se mais um fetiche que me atrai à série.

Outros programas continuam sem fim, com renovação ano após ano e os famigerados 22 episódios por temporada. Essa é uma reclamação pessoal minha, tem gente que gosta até. Fã é fã, não é mesmo? Mas, se uma série de dez temporadas, com 22 episódios, terminasse em cinco ou sete temporadas de 13 episódios seria muito mais fácil acompanhar as outras séries, não acham? Hoje em dia não dá pra se apegar a um programa, mas a dezenas. A lista não acaba e você termina abdicando de outras atividades e sua vida fica resumida à televisão. Tomemos cuidado.


Início de semana é sempre monótono, mas, no mundo das séries, não pode perder o tempo do marketing e nem das negociações. Ontem foi divulgado o primeiro teaser da última temporada de Boardwalk Empire, série sobre máfia criada por Terence Winter e Martin Scorsese.

A série não é sucesso absoluto de público como Game of Thrones e True Blood, mas possui uma das melhores produções da atualidade- não podia ser diferente tratando-se de HBO. A quinta temporada tem início dia 9 de setembro nos EUA e algumas horas depois (ou antes) nos torrents da vida. Confira o teaser:



Enquanto a HBO divulgada o teaser de Boardwalk Empire, a FX tratou de renovar Fargo e Louie. O aclamado drama baseado no filme dos irmãos Coen chegará à sua segunda temporada com muitas mudanças.

O próximo ano da série terá um novo crime, novo elenco, nova locação (estilo American Horror Story e True Detective). Por falar na série da HBO, o presidente da FX alfinetou True Detective nesta segunda-feira. Pense num dia de emoções no mundo executivo da televisão! Em entrevista à revista Entertainment Weekly, John Landgraf disse que Fargo não precisa ter estrelas de cinema para ser bom e insinuou que True Detective é reconhecida principalmente por isso, e não pela história.

Já a comédia Louie foi renovada para a quinta temporada sem alfinetadas. A novidade, por enquanto, fica na quantidade de episódios. Dessa vez, serão apenas sete.


John Landgraf, da FX, também falou sobre American Horror Story: Freak Show nesta segunda. Segundo ele, a quarta temporada terá momentos “dark” como Asylium e terá situações mais leves assim como Coven. A ansiedade tá grande!
A 4ª edição dos Critic's Choice Television Awards, aconteceu na noite de quinta (19), e teve como principais vencedoras as séries Orange Is The New Black, que levou as categorias Melhor Série de Comédia, Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia (Kate Mulgrew) e Melhor Participação Especial em Comédia (Uzo Aduba), e Breaking Bad, que venceu a categoria Melhor Série de Drama e Melhor Ator Coadjuvante ( Aaron Paul).

Ainda na categoria Drama, o destaque ficou para atriz Tatiana Maslany, do sensacional seriado "Orphan Black". Ela venceu a categoria Melhor Atriz, prêmio super merecido, visto que a atriz interpreta vários clones em Orphan Black, com múltiplas personalidades.




A minissérie Fargo, spin-off do filme homônimo de 1996, dirigido pelos irmãos Coen, concorria a 5 prêmios e  levou 3:  Melhor Minissérie, Melhor Ator em Filme ou Minissérie (Billy Bob Thornton) e Melhor Atriz Coadjuvante em Filme ou Minissérie (Allison Tolman). A primeira temporada deveria ser a única, mas com o sucesso e hype da série, uma 2ª temporada com uma história diferente, já está sendo pensada.




Matthew McConaughey venceu na categoria Melhor Ator em Drama, desbancando o ator Bryan Cranston (Breaking Bad), pela grande estreia do ano, o seriado da HBO, True Detective.



Ainda na HBO, o telefilme "The Normal Heart", de Ryan Murphy, levou as categorias Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante em Filme ou Minissérie (Matt Bomer).

Jessica Lange, a suprema, levou o prêmio de Melhor Atriz em Filme ou Minissérie, por American Horror Story: Coven.

Ryan Murphy foi o grande homenageado da noite, com o prêmio  LOUIS XIII Genius Award, criado para homenagear um ícone na indústria da televisão, apresentado pelo Jim Parsons . Ryan Murphy é o criador, escritor e diretor da série  vencedora do Emmy "American Horror Sory"; Screen Actors da Fox, vencedor do Emmy por Glee  e criador da premiada série do FX Nip /Tuck.  O mais recente projeto como diretor de Murphy foi a adaptação da HBO do premiado The Normal Heart, de Larry Kramer, que foi  indicado a cinco CCTAs.





Abaixo estão todos os vencedores do Critic's Choice Television Awards 2014.

Melhor  Série Comédia

The Big Bang Theory (CBS)
Broad City (Comedy Central)
Louie (FX)
VENCEDORA: Orange Is the New Black (Netflix)
Silicon Valley (HBO)
Veep (HBO)




Melhor Ator de Comédia

Louis CK, Louie (FX)
Chris Messina, The Mindy Project (FOX)
Thomas Middleditch, Silicon Valley (HBO)
VENCEDOR: Jim Parsons, The Big Bang Theory (CBS)
Adam Scott, Parks and Recreation (NBC)
Robin Williams, The Crazy Ones (CBS)

Melhor Atriz de Comédia

Ilana Glazer, Broad City (Comedy Central)
VENCEDORA: Julia Louis-Dreyfus, Veep (HBO)
Wendi McLendon-Covey, The Goldbergs (ABC)
Amy Schumer, Inside Amy Schumer (Comedy Central)
Amy Poehler, Parks and Recreation (NBC)
Emmy Rossum, Shameless (Showtime)

Melhor Ator Coadjuvante em Comédia

VENCEDOR: Andre Braugher, Brooklyn Nine-Nine (FOX)
Keith David, Enlisted (FOX)
Tony Hale, Veep (HBO)
Albert Tsai, Trophy Wife (ABC)
Christopher Evan Welch, Silicon Valley (HBO)
Jeremy Allen White, Shameless (Showtime)

Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia

Mayim Bialik, The Big Bang Theory (CBS)
Laverne Cox, Orange Is the New Black (Netflix)
Kaley Cuoco, The Big Bang Theory (CBS)
VENCEDORA (empate): Allison Janney, Mom (CBS)
VENCEDORA (empate): Kate Mulgrew, Orange Is the New Black (Netflix)
Merritt Wever, Nurse Jackie (Showtime)

Melhor Participação Especial em Comédia
VENCEDORA: Uzo Aduba, Orange Is the New Black (Netflix)
Sarah Baker, Louie (FX)
James Earl Jones, The Big Bang Theory (CBS)
Mimi Kennedy, Mom (CBS)
Andrew Rannells, Girls (HBO)
Lauren Weedman, Looking (HBO)

Melhor  Série Drama

The Americans (FX)
VENCEDORA: Breaking Bad (AMC)
Game of Thrones (HBO)
The Good Wife (CBS)
Masters of Sex (Showtime)
True Detective (HBO)




Melhor Ator em Drama

Bryan Cranston, Breaking Bad (AMC)
Hugh Dancy, Hannibal (NBC)
Freddie Highmore, Bates Motel (A&E)
VENCEDOR: Matthew McConaughey, True Detective (HBO)
Matthew Rhys, The Americans (FX)
Michael Sheen, Masters of Sex (Showtime)

Melhor Atriz em Drama

Lizzy Caplan, Masters of Sex (Showtime)
Vera Farmiga, Bates Motel (A&E)
Julianna Margulies, The Good Wife (CBS)
VENCEDORA: Tatiana Maslany, Orphan Black (BBC America)
Keri Russell, The Americans (FX)
Robin Wright, House of Cards (Netflix)

Melhor Ator Coadjuvante em Drama

Josh Charles, The Good Wife (CBS)
Walton Goggins, Justified (FX)
VENCEDOR: Aaron Paul, Breaking Bad (AMC)
Peter Sarsgaard, The Killing (AMC)
Jon Voight, Ray Donovan (Showtime)
Jeffrey Wright, Boardwalk Empire (HBO)

Melhor Atriz Coadjuvante em Drama

Christine Baranski, The Good Wife (CBS)
Anna Gunn, Breaking Bad (AMC)
Annet Mahendru, The Americans (FX)
Melissa McBride, The Walking Dead (AMC)
Maggie Siff, Sons of Anarchy (FX)
VENCEDORA: Bellamy Young, Scandal (ABC)

Melhor Participação Especial em Drama

Beau Bridges, Masters of Sex (Showtime)
Walton Goggins, Sons of Anarchy (FX)
VENCEDORA: Allison Janney, Masters of Sex (Showtime)
Joe Morton, Scandal (ABC)
Carrie Preston, The Good Wife (CBS)
Diana Rigg, Game of Thrones (HBO)

Melhor Filme Televisivo

An Adventure in Space and Time (BBC America)
Burton and Taylor (BBC America)
Killing Kennedy (National Geographic Channel)
VENCEDOR: The Normal Heart (HBO)
Sherlock: His Last Vow (PBS)
The Trip to Bountiful (Lifetime)

Melhor Minissérie

American Horror Story: Coven (FX)
Bonnie & Clyde (A&E/History/Lifetime)
Dancing on the Edge (Starz)
VENCEDORA: Fargo (FX)
The Hollow Crown (PBS)
Luther (BBC America)

Melhor Ator em Filme ou Minissérie

David Bradley, An Adventure in Space and Time (BBC America)
Benedict Cumberbatch, Sherlock: His Last Vow (PBS)
Chiwetel Ejiofor, Dancing on the Edge (Starz)
Martin Freeman, Fargo (FX)
Mark Ruffalo, The Normal Heart (HBO)
VENCEDOR: Billy Bob Thornton, Fargo (FX)

Melhor Atriz em Filme ou Minissérie

Helena Bonham Carter, Burton and Taylor (BBC America)
Minnie Driver, Return to Zero (Lifetime)
Whoopi Goldberg, A Day Late and a Dollar Short (Lifetime)
Holliday Grainger, Bonnie & Clyde (A&E/History/Lifetime)
VENCEDORA: Jessica Lange, American Horror Story: Coven (FX)
Cicely Tyson, The Trip to Bountiful (Lifetime)

Melhor Ator Coadjuvante em Filme ou Minissérie

VENCEDOR: Matt Bomer, The Normal Heart (HBO)
Warren Brown, Luther (BBC America)
Martin Freeman, Sherlock: His Last Vow (PBS)
Colin Hanks, Fargo (FX)
Joe Mantello, The Normal Heart (HBO)
Blair Underwood, The Trip to Bountiful (Lifetime)

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme ou Minissérie

Amanda Abbington, Sherlock: His Last Vow (PBS)
Kathy Bates, American Horror Story: Coven (FX)
Ellen Burstyn, Flowers in the Attic (Lifetime)
Jessica Raine, An Adventure in Space and Time (BBC America)
Julia Roberts, The Normal Heart (HBO)
VENCEDORA: Allison Tolman, Fargo (FX)

Melhor Reality

VENCEDOR: Cosmos: A Spacetime Odyssey (FOX/National Geographic Channel)
Deadliest Catch (Discovery)
Duck Dynasty (A&E)
Mythbusters (Discovery)
Top Gear (BBC America)
Undercover Boss (CBS)

Melhor Reality de Competição

The Amazing Race (CBS)
Project Runway (Lifetime)
VENCEDOR: Shark Tank (ABC)
Survivor (CBS)
Top Chef (Bravo)
The Voice (NBC)

Melhor Apresentador de Reality

Tom Bergeron, Dancing With the Stars (ABC)
Carson Daly, The Voice (NBC)
Cat Deeley, So You Think You Can Dance (FOX)
Gordon Ramsay, MasterChef (FOX)
RuPaul, RuPaul’s Drag Race (Logo)
VENCEDOR: Neil deGrasse Tyson, Cosmos: A Spacetime Odyssey (FOX/National Geographic Channel)

Melhor Talk Show

Jimmy Kimmel Live! (ABC)
VENCEDOR: The Tonight Show Starring Jimmy Fallon (NBC)
The Ellen DeGeneres Show (Time Telepictures)
The Daily Show with Jon Stewart (Comedy Central)
The Colbert Report (Comedy Central)
Conan (TBS)

Melhor Série de Animação

VENCEDOR: Archer (FX)
Bob’s Burgers (FOX)
The Simpsons (FOX)
Family Guy (FOX)
Phineas and Ferb (Disney XD)
Adventure Time (Cartoon Network)